Os 5 segredos de aprender a tocar violão que nunca te falaram!

O iniciante sofre! São semanas, e às vezes até mesmo meses de estudo para conseguir resolver aquela dúvida incessante! Como eu faço meu violão soar melhor? Porque quando eu toco as minhas notas o som não sai igual ao do professor? Como eu aprendo a tocar de ouvido?

Essas são algumas das dúvidas mais comuns, que na verdade, fazem parte dos grandes segredos para aprender a tocar violão que a maioria das pessoas passam durante o seu aprendizado. Se você deseja descobrir quais são esses segredos, continue lendo!

Segredo #1: Começar com um instrumento de boa qualidade é melhor que começar com um instrumento “meia boca”

Muitas pessoas imaginam: vou comprar um violão baratinho para aprender a tocar, se eu gostar eu compro um mais caro.

Esse é um tremendo erro.

Praticamente todos os dias um iniciante desiste de aprender a tocar violão por causa de um instrumento de baixíssima qualidade. Muitas vezes esses instrumentos são desconfortáveis e não seguram a afinação e possuem uma sonoridade terrível, o que acaba transformando o aprendizado em uma verdadeira tortura!

Tenha em mente que um instrumento de qualidade fica em suas mãos por anos e ainda dá a chance de você sentir aquele excelente gostinho de tirar um som maravilhoso.

Você não precisa exagerar no preço seu instrumento, mas é interessante começar com o pé direito! Procure um bom instrumento que esteja dentro do seu orçamento (usados podem ser uma boa opção) e você não irá se arrepender!

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Segredo #2: Além do violão, o encordoamento também faz uma grande diferença!

Outro “grande segredo” é a qualidade do encordoamento.

Muitos iniciantes não ligam para a qualidade das cordas, e muitas vezes, nem os professores abordam esse assunto.

A verdade é que as cordas do violão são responsáveis por boa parte do timbre que você escuta. Se o seu som não está muito parecido com o do seu professor, ou se as suas cordas arrebentam com facilidade, tenha certeza que o seu encordoamento ou é velho ou é de baixa qualidade.

Você também não precisa gastar uma fortuna com as cordas do seu instrumento, mas se você deseja aprender a tocar violão com o menor “sofrimento” possível, opte por cordas de boa qualidade que tenham uma boa sonoridade e durabilidade.

Seus ouvidos agradecem e o seu bolso também – já que boas cordas não costumam arrebentar com tanta facilidade!

Segredo #3: Estudar menos gera mais resultados!

No mundo da música todo mundo já ouviu falar daquelas pessoas que estudam o instrumento por horas a fio. Não raro, esses relatos chegam a mencionar oito horas de estudos diários ou até mais.

Nessa situação, é preciso ter cautela!

Mesmo que você tenha o desejo de se tornar um músico profissional, estudar menos vai fazer com que você gere mais resultados.

As pessoas que relatam estudar por horas a fio normalmente não aproveitam totalmente todo esse tempo. O rendimento tende a ser indesejável e a fixação do conteúdo quase sempre é baixa.

Quer evoluir de maneira contínua? Treine (e/ou estude) uma, duas, no máximo três horas por dia todos os dias. Uma hora já é o suficiente se você é iniciante! E se você não está acostumado a treinar nem sequer uma hora, nem pense em começar com um período extenso – isso só vai fazer você desanimar mais rápido.

Pessoas que focam em um assunto por vez até atingir o domínio tendem a se sobressair muito melhor do que aquelas que estudam de tudo, mas não dominam nada.

Fora que aprender a tocar violão deve ser prazeroso e não um segundo trabalho!

Segredo #4: Não existe um modelo de violão melhor que o outro!

Para entender esse quarto segredo também é preciso um pouco de cautela!

Primeiramente, existem sim modelos que possuem uma sonoridade superior. Normalmente esses instrumentos apresentam madeira nobre, uma qualidade ímpar na construção e acabamento que são invejáveis.

Todavia, não é desses modelos que estamos falando especificamente.

Quando vamos aprender a tocar violão é muito comum observarmos os iniciantes discutindo sobre qual modelo é melhor que o outro. O antigo debate do “violão de aço é melhor do que o violão de nylon” e vice-versa ainda ecoa nos dias de hoje.

Porém, é importante ressaltar que tudo depende de gosto pessoal. Desde a sonoridade até o conforto do instrumento nas mãos depende da individualidade.

Se você estava procurando o melhor instrumento de todos é bem provável que você se decepcione. Em alguns estilos o violão de nylon se sobressai, e em outros estilos o violão de aço é mais aparente – tudo depende da situação!

Para ser um músico completo é importante entender que cada modelo tem o seu lugar. Bons músicos não entram nesse debate, eles usam todos os modelos e se divertem enquanto isso!

Segredo #5: Não existe segredo para aprender a tocar violão e o talento é superestimado!

Como assim não existe segredo? Este artigo todo é uma mentira, então?

Calma! Não se trata disso!

Esse quinto segredo é o mais libertador de todos!

Muitas pessoas (principalmente os iniciantes) acreditam que existe algum segredo ou maneira mágica para se tornar um bom músico. E a verdade, é que isso não existe!

Se você quer aprender a tocar violão você precisa ter em mente que é o trabalho em cima do instrumento aliado com a sua dedicação é que vai fazer com que você atinja o sucesso.

O talento existe, é claro, mas ele é superestimado. Uma pessoa não nasce sabendo, e, com certeza, ela é obrigada a passar pelo mesmo processo de aprendizado que todos nós.

O talento nada mais é que uma facilidade maior para entender e desenvolver o que é aprendido, e de forma nenhuma ele é uma coisa mágica que poucas pessoas possuem.

Alguns músicos são melhores na técnica, outros são melhores para compor. Todo mundo tem um talento especial e único, não caia na cilada de que somente os “escolhidos” conseguem se destacar.

Sabendo disso, não desanime ao começar a aprender a tocar violão! Sabendo onde você quer chegar, basta se esforçar!

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Como aprender violão sem muito esforço

Aprender violão sempre exige muita dedicação. São horas de prática que são exigidas do aluno e é sempre importante entender que o aprendizado varia de pessoa para pessoa.

Porém, muitos alunos iniciantes (e pessoas que estão na dúvida entre iniciar os seus estudos ou não) perguntam se é possível aprender violão sem muito esforço. Se você ficou interessado em saber a resposta para essa pergunta, continue lendo!

O que você considera esforço?

Bom, respondendo a pergunta de uma forma bem direta e simples: é possível sim aprender violão sem muito esforço. No entanto, antes de entrarmos de vez no assunto, nós precisamos discernir o que você considera esforço.

Esforço para você são horas de prática? Ou é a dificuldade para aprender? Ou você considera esforço como incapacidade (acredite, algumas pessoas enxergam o esforço desta forma)?

Tudo depende da sua perspectiva. De uma forma geral, qualquer coisa que vamos aprender possui algum grau de dificuldade.

Seja qual for a tarefa, sempre existirá nível de esforço seja ele qual for. Se exercitar, aprender a dirigir e uma outra infinidade de tarefas também exigem empenho do indivíduo, e com o violão não é diferente.

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Entendi, mas como posso aprender violão sem ter muita dificuldade?

Agora que você tem uma ideia melhor do que você considera como esforço, nós vamos entrar de vez na parte prática do texto.

Como já mencionamos, qualquer tarefa no mundo exige algum tipo de dificuldade. E nem por isso, nós desistimos no meio do caminho, não é verdade?

Se a sua maior dificuldade (ou o seu maior esforço) é em entender como funciona toda a dinâmica do instrumento, o auxílio de um professor ou curso é imprescindível para que você consiga evoluir de maneira rápida e objetiva. O professor é responsável pelo encurtamento do seu caminho e das suas dificuldades.

Agora, se a sua maior dificuldade for as horas de treino que são exigidas para se tornar um bom músico, existem alternativas práticas que você pode tomar. Uma delas, é separar pelo menos 30 minutos ou 1 hora de treino por dia. Se você gosta do instrumento e realmente deseja aprender a tocar, não há substituto para o treino diário.

Com toda a certeza é melhor criar um hábito de treinar pouco tempo todos os dias do que tentar treinar exaustivas horas com uma frequência menor. A diminuição do seu tempo de estudo diminuirá o estresse e também fará com que você acabe fixando os conceitos de maneira mais eficiente.

Lembre-se que quanto menos ansiedade, maiores serão os seus resultados. Não há porque ter pressa. Aprender um novo instrumento é uma maratona, e não uma corrida de cem metros!

Por fim, se a sua maior dificuldade ou percepção do esforço for a sua sensação de incapacidade, é bem provável que você precise de um professor para te motivar além de te ensinar todos os princípios do violão.

Fora o professor, é de profunda importância que você procure entender de onde vem a sua sensação de incapacidade. Você já tentou aprender e não conseguiu? Já teve problemas com algum professor, seja lá qual for a área de estudo?

Muitas vezes a sensação de incapacidade está ligada a uma baixa autoestima ou a algum trauma que aconteceu durante a sua formação como indivíduo. Se esse for o seu caso, é mais importante ainda que você persista no seu objetivo!

O violão no seu caso, não só é um lazer e uma nova habilidade, como também será uma superação pessoal que pode servir para o resto da sua vida. Todas as pessoas conseguem aprender qualquer instrumento que elas desejarem!

Não dá para dizer que neste caso o seu aprendizado será sem esforço, mas podemos afirmar que aprender violão pode ser uma das coisas mais recompensadoras que você pode fazer!

Não existe mágica para aprender violão!

Talvez muitos de vocês clicaram para ler este artigo para descobrir algum “truque” ou “segredo” para aprender violão sem muito esforço.

Porém, a verdade é que não existe mágica. Quanto mais você se empenhar, mais você irá colher os frutos.

Se você tem dificuldade ou acredita que não é capaz, esperamos que esse artigo ajude você a abrir os seus horizontes. Somente as pessoas que não tentam são aquelas que não conseguem o que quer.

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Se conhece alguém que precisa de uma forcinha para começar a tocar violão, compartilhe este artigo nas redes sociais!

Conheça a história da flauta transversal

O primeiro passo para quem deseja fazer aula de flauta transversal é conhecer um pouco da história desse instrumento milenar. Para quem não sabe, ele foi um dos primeiros instrumentos musicais criados pela humanidade.

Seu surgimento pode ser identificado há pelo menos 60 mil anos, de acordo com pinturas nas cavernas. Dessa forma, é impossível descobrir quem foi o responsável pela sua invenção.

O que os historiadores sabem a respeito da flauta transversal, no entanto, é que ela era feita de ossos de animais e de humanos. As primeiras peças pareciam muito um apito,  pois só tinham um buraco. Somente depois de um certo tempo é que elas evoluíram para o que conhecemos hoje, nas figuras da flauta doce e da flauta transversal (ou seja, tocada de lado) feitas de madeira.

Além disso, pesquisadores ainda relatam que até o ano de 1.400, a flauta transversal era usada apenas para acompanhar cantores. No entanto, seu potencial sempre demonstrou muito mais: com o tempo, começou a ser apreciada também solo, ou seja, sem acompanhamento. A partir da metade do século 16, começou a fazer parte de orquestras.

No entanto, vale ressaltar que – com o passar dos anos – a flauta transversal passou por diversas modificações, ganhando orifícios, ou seja, pequenas buracos que indicam notas. Um dos grandes responsáveis por essas evolução é o músico alemão Theobald Boehm, que identificou os principais problemas de afinação.

Boehm era flautista, compositor e empresário, e invento o tipo de flauta transversal que se tornou a base para o modelo atual. Entre 1821 e 1831, Boehm viajou pela Europa muitas vezes realizando as suas próprias composições. As principais alterações realizadas por ele incluem a implantação de chaves para se ter mais notas, como também algumas alterações nas posições dos pequenos orifícios.

Se você optar fazer aula de flauta tranversal, provavelmente irá usar o instrumento feito de metal. Especialistas dizem que esse material é melhor que a madeira porque permite melhor afinação, facilidade de uso das chaves e também uma intensidade maior do som.

A flauta transversal é formada por três partes: a cabeça, onde  o instrumentista coloca a boca para soprar e fazer som; o corpo, que tem orifícios e chaves; e o pé, que conta com algumas chaves para produzir os sons mais graves.

A extensão normal (registro) da flauta é de três oitavas: do Dó3 (Dó central no piano) ao Dó6, mas flautistas com experiência podem chegar até o Ré6 (em alguns casos até mesmo ao Dó7). Algumas flautas modernas permitem também emitir o Si2.

Que tal começar a seus estudos de flauta transversal assim que possível, hein?

Se você ficou interessado nesse incrível instrumento, que tal se planejar para fazer aula de flauta transversal e arrasar nas suas perfomances musicais?

Para facilitar o seu aprendizado, a dica que temos é que você conheça o portal Sala do Músico. Lá, você pode encontrar um professor  de maneira fácil e rápida, selecionando opções perto da sua casa e até mesmo de acordo com o valor que o seu bolso permite.

7 dicas para você começar a tocar bateria

Aqui no blog Sala do Músico, um assunto que sempre entra em pauta nos posts é a importância dos estudos: sem dúvida, para se tornar um grande músico, dedicação e disposição são mais do que necessários.

E para quem quer aprender a tocar bateria, nada disso é diferente. Por isso, o artigo de hoje vai apresentar sete dicas para os que desejam se tornar excelentes bateristas. Ficou curioso? Veja só:

7 dicas para você começar a tocar bateria

Tenha uma bateria em casa

Quem faz aula de bateria e deseja acelerar o ritmo do aprendizado, sem dúvida precisa ter o instrumento em casa para praticar. Caso o espaço seja pequeno ou os vizinhos reclamões, a dica é apostar numa bateria eletrônica em vez da acústica (saiba aqui as diferenças entre os dois instrumentos).

Ouça e toque outros ritmos

Todo mundo tem um estilo preferido de música e, com certeza, deve se dedicar a ele. Contudo, na hora de aprender bateria, é essencial ter um vocabulário que vá além daquilo que está confortável. Sendo assim, procure ouvir outros estilos, tais como forró, rock, samba, valsa, bolero, entre outros. Irá te ajudar muito!

Preste atenção enquanto bateristas que você admira tocam

Não perca a oportunidade de acompanhar shows das bandas que você gosta – será uma verdadeira aula de bateria! Fique atento a todos os detalhes do show, não somente quanto aos movimentos do baterista, mas também a toda a dinâmica da banda. Quando você estiver com a sua banda, isso também irá te ajudar muito!

Pratique em conjunto

Os estudos de solo são necessários, mas jamais negligencie as oportunidades de praticar com outros músicos. Isso irá aumentar sua percepção, dinâmica e ainda irá te dar uma sensibilidade especial ao tocar bateria – tudo isso sem contar toda a diversão de ter amigos fazendo um som juntos, não é mesmo?

Aprenda teoria musical

Tem muita gente que negligencia essa parte, mas saiba que aprender bateria tendo como base a teoria que envolve andamentos, fórmulas de compasso, duração das notas, entre outros, pode ser essencial para o seu desenvolvimento.

Toque junto com o CD

Segundo músicos experientes, ouvir músicas com boas levadas de bateria e tentar imitá-las pode ser uma verdadeira escola. Por isso, faça uma playlist, coloque seus fones e tente reproduzir seus singles favoritos! Na parte das viradas, você irá aprender bastante!

Tenha um bom professor

Apesar de ser possível aprender algumas coisas por conta própria, nada substitui alguns toques de um bom professor. Dessa forma, não tenha receio de fazer aula de bateria, pois com certeza ela irá agregar muito na sua jornada.

Quando esse é o assunto, conte com o Sala do Músico para encontrar um mestre e tanto! No portal, você poderá encontrar excelentes professores perto da sua casa e ainda selecionar opções de acordo com a sua agenda e o valor máximo que pode pagar.

Incrível, né? Melhor ainda é saber que tudo isso pode ser realizado no conforto de casa, com toda segurança e praticidade.

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Clarinete: conheça a origem e curiosidades desse instrumento musical

Se você é um fã de instrumentos de sopro, com certeza já deve ter se encantado com o som do clarinete. Muito presente em orquestras, sua tonalidade emociona e pode ser utilizada em bandas e até mesmo em solos.

Clarinete

Basicamente, o clarinete é formado por um tubo cilíndrico, na maioria das vezes de madeira, e possui uma boquilha cônica de palheta simples. Também conta com chaves, ou seja, com hastes metálicas, e alcança registros graves, médios e agudos.

Segundo historiadores, o instrumento clarinete foi inventado aproximadamente no ano de 1690 por um construtor de instrumentos de Nuremberg, na Alemanha, chamado Johan Denner. Ele estava tentando aperfeiçoar o chalumeau, bastante popular na França ao menos desde a Idade Média.

A mudança que Denner aplicou no chalumeau foi simples, mas fez toda a diferença: ele acrescentou uma chave para o polegar da mão esquerda, a fim de tocar numa abertura. Observando todas as possibilidades sonoras que foram criadas, deu o nome de clarinete ao instrumento, numa referência ao do trompete agudo, cujo nome italiano era clarino. Segundo ele, as notas agudas eram muito similares entre os dois instrumentos.

Contudo, apenas em 1750 o clarinete foi finalmente introduzida nas orquestras, se destacando com um dos últimos instrumentos de sopro incorporados à formação orquestral moderna. E, ate hoje, é usado nas maiores orquestras mundiais, inclusive do Brasil.

O instrumento clarinete conta, ao todo, com seis partes: boquilha, barrilete, campânula, corpo superior e corpo inferior. Veja quais são cada um deles:

Boquilha: a parte do clarinete onde se sopra.

Barrilete: peça utilizada para a afinação do instrumento. Dessa forma, quando o clarinete está “alto”, puxa-se o barrilete para cima, e quando está baixo, põe-se o barrilete para baixo.

Campânula: Basicamente, a campânula é o “amplificador” do clarinete.

Corpo superior e inferior: são onde estão os buracos e as chaves onde se toca. O som fica distinto na medida que se mudam os dedos de posição, fazendo com que o ar vaze por buracos diferentes.

Palheta: quando o instrumentista sopra o clarinete, o som é produzido a partir da passagem do ar, que faz vibrar a palheta. A maioria dos clarinetistas compram suas palhetas e realizam ajustes manuais com o objetivo de corrigir imperfeições e atingir sonoridades distintas. Via de regra, a palheta não pode estar demasiadamente frouxa e nem excessivamente apertada.

Agora que você já sabe um pouco a respeito do clarinete, precisa ouvir e testar sua sonoridade. Seu timbre é bastante diversificado: na região grave, se destaca por obscuro e aveludado; já no médio, se torna expressivo e brilhantes; por fim, no agudo fica ainda mais brilhante, ganhando uma natureza até mesmo humorística.

No Brasil, o instrumento clarinete costuma ser bastante utilizado na execução de choros, MPB, serestas e também em grupos de samba.

Ficou com vontade de aprender a tocar esse incrível instrumento de sopro? Acesse agora mesmo o Sala do Músico e encontre um professor de clarinete perto de você! De maneira rápida e segura, você terá acesso aos melhores mestres da região. Clique aqui e veja mais informações.

Conheça o instrumento musical pandeiro

Instrumentos de percussão estão presentes nos mais diversos estilos musicais, e por esse motivo são muito requisitados por músicos em geral. No entanto, mais do que saber tocar alguns deles, vale ressaltar que também é interessante conhecer as curiosidades e tradições que os cercam.

Por esse motivo, o blog Sala do Músico apresenta neste artigo as principais informações sobre o pandeiro, um dos instrumentos de percussão mais antigos do mundo. Ficou curioso pra conhecer um pouco mais sobre sua origem? Veja só:

O que é um pandeiro?

De maneira simples, o instrumento pandeiro é composto de um aro de madeira sobre o qual é esticada algum tipo de material sintético ou pele. Ao redor do aro, são colocadas soalhas, ou seja, rodelas de metal.

O pandeiro geralmente tem o formato circular, mas também pode ter quadrangular e até mesmo quadrado. Para produzir som, o instrumento pode ser batido com a palma da mão e com os dedos ou então sacudido.

Quais são as partes de um pandeiro?

Ao todo, podemos dividir o pandeiro em seis partes. Confira quais são cada uma delas:

Aro – geralmente produzido em aço inoxidável escovado

Pele – a maioria dos modelos é fabricado com pele de cabra, no entanto existem variações em acrílico e fórmica.

Conjunto do esticador – são peças de aço e de latão, que podem ser niqueladas ou cromadas. São divididas em porca, anel, tirante, mesa, parafuso de fixação da mesa e arruela.

Acessórios – objetos como espátula de bambu do excesso de cera, chave para afinação, caixa com cera e travas, entre outros.

Platinelas ou Soalhas – são placas de metal (podem variar de tamanho), geralmente prensadas. Podem ser cromadas ou niqueladas, em latão ou então bronze fosforoso.

Abafador – Chapa plana fina de latão, colocada entre as platinelas.

Qual a origem do instrumento pandeiro?

As origens do pandeiro podem ser encontradas no período neolítico, onde já era bastante popular na Ásia, Europa e África. Grandes civilizações, como a do Egito, Grécia e Roma já utilizavam o instrumento. Por fim, quem não lembra de ter visto imagens de odaliscas tocando pandeiro nos contos das “Mil e uma noites”?

No Brasil, o instrumento pandeiro entrou por meio de Portugal, e foi bastante utilizado pelos negros em seus folguedos. Além disso, era também utilizado para acompanhar procissões religiosas.

Onde o instrumento pandeiro pode ser utilizado?

Um dos aspectos interessantes dos instrumentos de percussão é que eles podem ser usados em estilos musicais diversos. No caso do pandeiro, ele pode ser tocado sozinho ou então numa banda.

Existem pandeiristas no rock, na música cigana e folclórica, e ainda em orquestras e grupos de chorinho. Especificamente no Brasil, ganhou fama por ser um instrumento de percussão para acompanhar o samba e também na capoeira, para ser executado juntamente com o berimbau.

Existem muitos pandeiristas famosos, mas o mais conhecido deles foi o cantor e compositor Jackson do Pandeiro (1919-1982).

Fala a verdade: deu vontade de aprender mais sobre esse instrumento tão bacana, né? Sendo assim, acesse agora mesmo o Portal Sala do Músico e encontre um professor perto de você!

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Conheça os benefícios da musicoterapia

O ditado já diz que “quem canta seus males espanta”. No entanto, neste post do blog Sala do Músico, vamos provar que os benefícios da música não se resumem apenas ao canto, mas a todo o universo dos ritmos, melodias e harmonias.

Fala a verdade: quem nunca se sentiu melhor depois de ter ouvido uma música especial ou entao após ter tocado ou participado de uma apresentação ao vivo? De fato, o poder da música é muito especial, e por esse motivo existe um profissional que estuda e trabalha apenas para fazer com que mais pessoas possam experimentar tudo isso.

O musicoterapeuta, ou seja – o profissional que aplica técnicas de musicoterapia – utiliza a música e todos os seus elementos para a reabilitação física, mental e social de indivíduos ou grupos. Além disso, trabalha com instrumentos, cantorias e ruídos para tratar pessoas que possuem distúrbios da fala e da audição e até mesmo deficiência mental.

Vale destacar que a musicoterapia ainda pode proporcionar, com sucesso, na área de reabilitação motora, no restabelecimento das funções de acidentados ou de convalescentes de acidentes vasculares cerebrais.

Os benefícios não param por aí, não: além disso, a técnica auxilia estudantes com dificuldade de aprendizado e contribui para melhorar a qualidade de vida de pessas idosas e pacientes de doenças crônicas.

Os musicoterapeutas podem atuar em clínicas, hospitais, centros de geriatria ou gerontologia e também em instituições de reabilitação, trabalhando para a reintegração de menores infratores.

Se você não conhecia esse universo da musicoterapia, nada de achar que essa é uma área do conhecimento recém-descoberta. De fato, o uso da música como método terapêutico vem desde o início da história humana. Segundo historiadores, alguns dos primeiros registros a esse respeito podem ser encontrados na obra de filósofos gregos pré-socráticos.

O primeiro curso universitário de Musicoterapia foi criado em 1944 na Universidade Estadual de Michigan, nos Estados Unidos, mas hoje já existem diversos profissionais em todas as partes do mundo – inclusive no Brasil!

Entre as principais disciplinas para formação de um profissional de musicoterapia, estão: teoria musical, canto, percussão, prática em ao menos um instrumento harmônico (piano ou violão) e instrumentos melódicos (principalmente flauta doce).

Além disso, a parte teórica também faz parte de quem estuda essa área: são necessários conhecimentos de métodos de educação musical (como o Método Orff ou o Método Kodály), noções de expressão artística,  dança, expressão corporal, técnicas grupais, assim como psicologia, anatomia, filosofia, fisiologia humana e neurologia.

Ah, e por fim é importante lembrar que esse profissional tão especial tem um dia dedicado só pra ele: no Brasil, comemora-se o dia do musicoterapeuta em 15 de setembro, enquanto na Europa a celebração acontece no dia 15 de novembro.

Se você conhece alguém que poderia aproveitar todos os benefícios da musicoterapia, que tal mostrar este post para ele?

Além de mostrar curiosidades sobre essa profissão, ainda temos uma dica especial para encontrar excelentes profissionais de musicoterapia: o portal Sala do Músico conta com opções que podem ser filtradas de acordo com a proximidade da sua casa e até mesmo com valor por consulta.

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Cravo: conheça o instrumento que precedeu o piano

O cravo, instrumento musical que precedeu o famoso piano, tem uma história centenária e algumas curiosidades bem interessantes. Se você gosta de conhecer um pouco mais sobre tradições do universo da música, acompanhe na íntegra este artigo do blog Sala do Músico!

Qual a origem do instrumento cravo?

Na realidade, os historiadores não possuem uma certeza a respeito da data exata de invenção do instrumento cravo. Até hoje, o máximo que sabem é que ele surgiu em algum momento da alta Idade Média ou na Idade Média tardia – as referências mais antigas são do ano de 1300, o que indica que provavelmente foi criado naquele século. Além disso, outro motivo que sustenta essa teoria é que, nessa época, existiam muitos avanços na fabricação de mecanismos e máquinas pré-modernas.

O instrumento cravo mais antigo ainda preservado data de 1521 e veio da Itália. Hoje, está exposto na Real Academia de Música em Londres.

Qual a diferença entre o instrumento cravo e o piano?

Quando um leigo vê o instrumento cravo, pode até mesmo confundi-lo com o piano. No entanto, o cravo não possui pedais, é menor e suas teclas são mais finas. No entanto, sua principal diferença está localizada na parte mecânica: as cordas não recebem um impacto, mas são “beliscadas” – assim como o movimento dos dedos ao tocar as cordas do violão. Por esse motivo, não é possível mudar a intensidade do som do instrumento.

Por outro lado, o piano conta com cordas que vibram quando acionadas pelas teclas, sendo dessa forma que o som é produzido. O sistema mecânico do instrumento faz com que as cordas recebam o impacto de uma peça, chamada martelo, a cada vez que o músico toca uma tecla.

Ao contrário do instrumento cravo, no piano é possível controlar a força com a qual a corda será tocada. Além disso, ele possui 88 teclas e mais ainda os pedais – que servem para suavizar, prolongar e até mesmo abafar a vibração das cordas.

No cravo, existe uma espécie de agulha chamada plectro – localizada na ponta de uma peça chamada saltador. O plectro belisca a corda e a faz vibrar, voltando para sua posição original logo em seguida.

Onde o instrumento cravo costuma ser utilizado?

Atualmente, o cravo pode ser encontrado como um instrumento contínuo na música na época e na música de câmara, especialmente em performances específicas do período Barroco.

O que você achou dessas curiosidades a respeito do instrumento cravo? Compartilhe este post com seus amigos que ainda não o conhecem!

E se o seu desejo é de fato aprender como tocar cravo, confira agora mesmo o portal Sala do Músico e encontre um professor perto de você! Lá, é possível encontrar mestres nos mais diversos – e curiosos – instrumentos musicais.

De maneira rápida e segura, você pode selecionar a região onde mora e ter uma lista com os professores mais próximos. Além disso, também é possível selecionar o limite de valor por aula e outros detalhes.

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Berimbau: conheça um dos instrumentos musicais que é símbolo da cultura brasileira

Nas rodas de capoeira, o berimbau é responsável por começar, comandar, e terminar as rodas de jogo, bem como definir sua velocidade e estilo.

Além disso, esse instrumento também costuma ser utilizado em diversos cultos afro, mais especificamente em algumas vertentes do candomblé.

Apesar de muita gente achar que o berimbau foi criado no Brasil, a maioria dos historiadores acredita que sua origem está na África, mais especificamente da cultura bantu.

Na região sul do continente, existem instrumentos bastante parecidos que são executados de maneira semelhante a ele.

Até mesmo na Índia existe um instrumento praticamente idêntico ao berimbau, mas chamado malunga.

Ele pode ser encontrada na comunidade siddhi, formada por descendentes de escravos africanos oriundos de países como Quênia, Tanzânia e Moçambique.

De modo geral, o berimbau é formado por uma cabaça, um arco feito geralmente de madeira (chamado biriba) que é envergado por um cabo de arame, além de uma baqueta com a qual se toca o arame.

Além disso, ainda existe um pequeno cesto contendo pequenas sementes ou algo similar dentro, a fim de contribuir no som percussivo. Por fim, o instrumentista segura uma pedra ou um pedaço de metal (conhecido como dobrão) que é levado de encontro ao arame.

E se você tem dúvidas a respeito das texturas de som do instrumento berimbau, saiba que basicamente existem três distinções:

A solta (sem pedra, com o instrumento longe do corpo), presa (com a pedra friccionando o arame, com a baqueta atuando acima da pedra, com o instrumento longe do corpo) e chiado (com a pedra tocando o arame de modo livre, com a baqueta logo acima da pedra, com o instrumento preso junto ao corpo).

Já os ritmos mais comuns podem ser divididos da seguinte maneira:

Angola (solto, preso, silêncio, dois breves chiados)

Benguela (solto, preso, preso, dois breves chiados)

São Bento Grande (preso, solto, solto, dois breves chiados)

São Bento Pequeno de Angola (preso, solto, silêncio, dois breves chiados)

Toque do mestre Bimba (São Bento Grande do mestre Bimba) (solto, solto, preso, dois breves chiados combinado a solto, dois breves chiados preso, dois breves chiados )

Cavalaria (solto, chiado, solto, dois breves chiados combinado a solto, preso, solto, dois breves chiados )

Iuna (solto, chiado, solto, chiado, solto, chiado, solto, chiado, solto, chiado, solto, solto, chiado, solto, chiado, solto, solto, solto, solto, solto, solto, solto, chiado, solto, solto, chiado, solto, chiado, )

Miudinho (preso, chiado, chiado, preso, chiado, chiado combinado a preso, chiado, chiado, preso, solto, preso)

Achou essas divisões complicadas demais? Encontre um professor de berimbau no portal Sala do Músico e comece a aprender a tocar!

Acessando o site, você encontra um profissional capacitado perto da sua casa, e ainda consegue conferir uma agenda de horários, filtrar por limite de valores e muitas outras facilidades exclusivas. Demais, né?

Por isso, compartilhe agora mesmo o Sala do Músico com seus amigos que desejam tocar o instrumento berimbau ou qualquer outro, como pandeiro, oboé, flauta e os clássicos teclado e violão.

Como afinar o violão corretamente?

Nada pode soar tão irritante quando uma corda de violão desafinada, não é mesmo? Certamente, todo mundo concorda que tocar músicas com o instrumento dessa forma deixa qualquer performance a desejar!

Por esse motivo, aprender como afinar o violão é uma das tarefas mais básicas para todo o iniciante. E como nem sempre alguém estará por perto para ajudar, aprender a se virar sozinho se transforma em obrigação.

Para te ajudar nesse processo, separamos algumas das principais formas de fazer isso. Confira abaixo!

Como afinar o violão:

Reconhecendo as notas

A afinação padrão segue uma ordem pré-definida, onde a corda mais grave e grossa fica no topo (ao segurar o instrumento na posição certa de tocar). Portanto, siga essa ordem: E (Mi), A (Lá), D (Ré), G (Sol), B (Si), E (Mi).

Feito isso, dê uma conferida em cada cavilha de afinação. Para não se confundir, siga corda por corda para achar a cavilha correspondente. Girando elas que você encontrará o ajuste ideal para o violão.

Afinador digital

Sem dúvida um dos métodos mais utilizados por violonistas iniciantes. Esses programas ou aplicativos ouvem o som das cordas e respondem dizendo se elas devem ser afrouxadas ou apertadas.

Geralmente funciona de forma eficaz com algum estímulo visual, ou seja, com uma indicação apontando o quanto a corda está ou não afinada.

Dessa forma, mesmo com pouca experiência é possível fazer uma afinação bacana com os afinadores digitais. No entanto, quando estiver testando um, sempre dê preferência por programas de confiança!

E vale lembrar que outros instrumentos podem substituir esse aparelho. Você pode usar um piano ou um trompete, por exemplo.

Ajustando as cordas

Em seguida, comece a tocar corda por corda e veja o que o afinador digital indica. Caso estiver muito alta (sustenida), gire a cavilha deixando-a mais frouxa. Se estiver baixa (bemol), aperte um pouco mais. Lembre-se que a afinação mais alta se dá pela tensão na corda.

Normalmente, a corda B deverá ser afinada delicadamente em sustenido para que o instrumento fique com um som perfeito. Preste atenção nessa parte!

Então, depois que fizer isso e achar que está tudo ok, dedilhe ou toque algumas notas para fazer um teste. Uma sugestão é tocar algum acorde em posição primária (como o de G – Sol) para conferir a sonoridade.

Principais cuidados

Afine do bemol ao sustenido. Não faça o inverso. Essa é a melhor forma porque as chances do violão desafinar rapidamente diminuem!

Contudo, também faça questão de usar apenas cordas em bom estado. Às vezes uma afinação muito bem feita não irá se sustentar num material desgastado.

Se precisar troca-las, faça uma micro-afinação mais detalhada com as novas. Dependendo do tipo de madeira do violão, talvez elas precisem de um pouco mais de tempo para se adaptarem.

O que achou das nossas dicas de como afinar um violão?

Depois que dominar a técnica, você será mais capaz de identificar quando o instrumento está desafinado e poderá fazer alguns ajustes de próprio ouvido. Por isso, sempre preste atenção em cada som enquanto faz a afinação – com o tempo dá pra ficar craque!

Ah, vale destacar que no começo é sempre bom contar com alguém que vai te dar dicas e compartilhar boas experiências com você, não é mesmo? Por isso, confira as opções de aulas de violão aqui na Sala do Músico e deixe seu talento decolar!