Os 5 segredos de aprender a tocar violão que nunca te falaram!

O iniciante sofre! São semanas, e às vezes até mesmo meses de estudo para conseguir resolver aquela dúvida incessante! Como eu faço meu violão soar melhor? Porque quando eu toco as minhas notas o som não sai igual ao do professor? Como eu aprendo a tocar de ouvido?

Essas são algumas das dúvidas mais comuns, que na verdade, fazem parte dos grandes segredos para aprender a tocar violão que a maioria das pessoas passam durante o seu aprendizado. Se você deseja descobrir quais são esses segredos, continue lendo!

Segredo #1: Começar com um instrumento de boa qualidade é melhor que começar com um instrumento “meia boca”

Muitas pessoas imaginam: vou comprar um violão baratinho para aprender a tocar, se eu gostar eu compro um mais caro.

Esse é um tremendo erro.

Praticamente todos os dias um iniciante desiste de aprender a tocar violão por causa de um instrumento de baixíssima qualidade. Muitas vezes esses instrumentos são desconfortáveis e não seguram a afinação e possuem uma sonoridade terrível, o que acaba transformando o aprendizado em uma verdadeira tortura!

Tenha em mente que um instrumento de qualidade fica em suas mãos por anos e ainda dá a chance de você sentir aquele excelente gostinho de tirar um som maravilhoso.

Você não precisa exagerar no preço seu instrumento, mas é interessante começar com o pé direito! Procure um bom instrumento que esteja dentro do seu orçamento (usados podem ser uma boa opção) e você não irá se arrepender!

Esse artigo foi produzido por nosso parceiro AulaViolao.com, um blog focado em ensinar violão para iniciantes! Gostou desse artigo? Então acesse e encontra mais! AulaViolao.com

Segredo #2: Além do violão, o encordoamento também faz uma grande diferença!

Outro “grande segredo” é a qualidade do encordoamento.

Muitos iniciantes não ligam para a qualidade das cordas, e muitas vezes, nem os professores abordam esse assunto.

A verdade é que as cordas do violão são responsáveis por boa parte do timbre que você escuta. Se o seu som não está muito parecido com o do seu professor, ou se as suas cordas arrebentam com facilidade, tenha certeza que o seu encordoamento ou é velho ou é de baixa qualidade.

Você também não precisa gastar uma fortuna com as cordas do seu instrumento, mas se você deseja aprender a tocar violão com o menor “sofrimento” possível, opte por cordas de boa qualidade que tenham uma boa sonoridade e durabilidade.

Seus ouvidos agradecem e o seu bolso também – já que boas cordas não costumam arrebentar com tanta facilidade!

Segredo #3: Estudar menos gera mais resultados!

No mundo da música todo mundo já ouviu falar daquelas pessoas que estudam o instrumento por horas a fio. Não raro, esses relatos chegam a mencionar oito horas de estudos diários ou até mais.

Nessa situação, é preciso ter cautela!

Mesmo que você tenha o desejo de se tornar um músico profissional, estudar menos vai fazer com que você gere mais resultados.

As pessoas que relatam estudar por horas a fio normalmente não aproveitam totalmente todo esse tempo. O rendimento tende a ser indesejável e a fixação do conteúdo quase sempre é baixa.

Quer evoluir de maneira contínua? Treine (e/ou estude) uma, duas, no máximo três horas por dia todos os dias. Uma hora já é o suficiente se você é iniciante! E se você não está acostumado a treinar nem sequer uma hora, nem pense em começar com um período extenso – isso só vai fazer você desanimar mais rápido.

Pessoas que focam em um assunto por vez até atingir o domínio tendem a se sobressair muito melhor do que aquelas que estudam de tudo, mas não dominam nada.

Fora que aprender a tocar violão deve ser prazeroso e não um segundo trabalho!

Segredo #4: Não existe um modelo de violão melhor que o outro!

Para entender esse quarto segredo também é preciso um pouco de cautela!

Primeiramente, existem sim modelos que possuem uma sonoridade superior. Normalmente esses instrumentos apresentam madeira nobre, uma qualidade ímpar na construção e acabamento que são invejáveis.

Todavia, não é desses modelos que estamos falando especificamente.

Quando vamos aprender a tocar violão é muito comum observarmos os iniciantes discutindo sobre qual modelo é melhor que o outro. O antigo debate do “violão de aço é melhor do que o violão de nylon” e vice-versa ainda ecoa nos dias de hoje.

Porém, é importante ressaltar que tudo depende de gosto pessoal. Desde a sonoridade até o conforto do instrumento nas mãos depende da individualidade.

Se você estava procurando o melhor instrumento de todos é bem provável que você se decepcione. Em alguns estilos o violão de nylon se sobressai, e em outros estilos o violão de aço é mais aparente – tudo depende da situação!

Para ser um músico completo é importante entender que cada modelo tem o seu lugar. Bons músicos não entram nesse debate, eles usam todos os modelos e se divertem enquanto isso!

Segredo #5: Não existe segredo para aprender a tocar violão e o talento é superestimado!

Como assim não existe segredo? Este artigo todo é uma mentira, então?

Calma! Não se trata disso!

Esse quinto segredo é o mais libertador de todos!

Muitas pessoas (principalmente os iniciantes) acreditam que existe algum segredo ou maneira mágica para se tornar um bom músico. E a verdade, é que isso não existe!

Se você quer aprender a tocar violão você precisa ter em mente que é o trabalho em cima do instrumento aliado com a sua dedicação é que vai fazer com que você atinja o sucesso.

O talento existe, é claro, mas ele é superestimado. Uma pessoa não nasce sabendo, e, com certeza, ela é obrigada a passar pelo mesmo processo de aprendizado que todos nós.

O talento nada mais é que uma facilidade maior para entender e desenvolver o que é aprendido, e de forma nenhuma ele é uma coisa mágica que poucas pessoas possuem.

Alguns músicos são melhores na técnica, outros são melhores para compor. Todo mundo tem um talento especial e único, não caia na cilada de que somente os “escolhidos” conseguem se destacar.

Sabendo disso, não desanime ao começar a aprender a tocar violão! Sabendo onde você quer chegar, basta se esforçar!

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Como aprender violão sem muito esforço

Aprender violão sempre exige muita dedicação. São horas de prática que são exigidas do aluno e é sempre importante entender que o aprendizado varia de pessoa para pessoa.

Porém, muitos alunos iniciantes (e pessoas que estão na dúvida entre iniciar os seus estudos ou não) perguntam se é possível aprender violão sem muito esforço. Se você ficou interessado em saber a resposta para essa pergunta, continue lendo!

O que você considera esforço?

Bom, respondendo a pergunta de uma forma bem direta e simples: é possível sim aprender violão sem muito esforço. No entanto, antes de entrarmos de vez no assunto, nós precisamos discernir o que você considera esforço.

Esforço para você são horas de prática? Ou é a dificuldade para aprender? Ou você considera esforço como incapacidade (acredite, algumas pessoas enxergam o esforço desta forma)?

Tudo depende da sua perspectiva. De uma forma geral, qualquer coisa que vamos aprender possui algum grau de dificuldade.

Seja qual for a tarefa, sempre existirá nível de esforço seja ele qual for. Se exercitar, aprender a dirigir e uma outra infinidade de tarefas também exigem empenho do indivíduo, e com o violão não é diferente.

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Entendi, mas como posso aprender violão sem ter muita dificuldade?

Agora que você tem uma ideia melhor do que você considera como esforço, nós vamos entrar de vez na parte prática do texto.

Como já mencionamos, qualquer tarefa no mundo exige algum tipo de dificuldade. E nem por isso, nós desistimos no meio do caminho, não é verdade?

Se a sua maior dificuldade (ou o seu maior esforço) é em entender como funciona toda a dinâmica do instrumento, o auxílio de um professor ou curso é imprescindível para que você consiga evoluir de maneira rápida e objetiva. O professor é responsável pelo encurtamento do seu caminho e das suas dificuldades.

Agora, se a sua maior dificuldade for as horas de treino que são exigidas para se tornar um bom músico, existem alternativas práticas que você pode tomar. Uma delas, é separar pelo menos 30 minutos ou 1 hora de treino por dia. Se você gosta do instrumento e realmente deseja aprender a tocar, não há substituto para o treino diário.

Com toda a certeza é melhor criar um hábito de treinar pouco tempo todos os dias do que tentar treinar exaustivas horas com uma frequência menor. A diminuição do seu tempo de estudo diminuirá o estresse e também fará com que você acabe fixando os conceitos de maneira mais eficiente.

Lembre-se que quanto menos ansiedade, maiores serão os seus resultados. Não há porque ter pressa. Aprender um novo instrumento é uma maratona, e não uma corrida de cem metros!

Por fim, se a sua maior dificuldade ou percepção do esforço for a sua sensação de incapacidade, é bem provável que você precise de um professor para te motivar além de te ensinar todos os princípios do violão.

Fora o professor, é de profunda importância que você procure entender de onde vem a sua sensação de incapacidade. Você já tentou aprender e não conseguiu? Já teve problemas com algum professor, seja lá qual for a área de estudo?

Muitas vezes a sensação de incapacidade está ligada a uma baixa autoestima ou a algum trauma que aconteceu durante a sua formação como indivíduo. Se esse for o seu caso, é mais importante ainda que você persista no seu objetivo!

O violão no seu caso, não só é um lazer e uma nova habilidade, como também será uma superação pessoal que pode servir para o resto da sua vida. Todas as pessoas conseguem aprender qualquer instrumento que elas desejarem!

Não dá para dizer que neste caso o seu aprendizado será sem esforço, mas podemos afirmar que aprender violão pode ser uma das coisas mais recompensadoras que você pode fazer!

Não existe mágica para aprender violão!

Talvez muitos de vocês clicaram para ler este artigo para descobrir algum “truque” ou “segredo” para aprender violão sem muito esforço.

Porém, a verdade é que não existe mágica. Quanto mais você se empenhar, mais você irá colher os frutos.

Se você tem dificuldade ou acredita que não é capaz, esperamos que esse artigo ajude você a abrir os seus horizontes. Somente as pessoas que não tentam são aquelas que não conseguem o que quer.

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Se conhece alguém que precisa de uma forcinha para começar a tocar violão, compartilhe este artigo nas redes sociais!

7 dicas para você começar a tocar bateria

Aqui no blog Sala do Músico, um assunto que sempre entra em pauta nos posts é a importância dos estudos: sem dúvida, para se tornar um grande músico, dedicação e disposição são mais do que necessários.

E para quem quer aprender a tocar bateria, nada disso é diferente. Por isso, o artigo de hoje vai apresentar sete dicas para os que desejam se tornar excelentes bateristas. Ficou curioso? Veja só:

7 dicas para você começar a tocar bateria

Tenha uma bateria em casa

Quem faz aula de bateria e deseja acelerar o ritmo do aprendizado, sem dúvida precisa ter o instrumento em casa para praticar. Caso o espaço seja pequeno ou os vizinhos reclamões, a dica é apostar numa bateria eletrônica em vez da acústica (saiba aqui as diferenças entre os dois instrumentos).

Ouça e toque outros ritmos

Todo mundo tem um estilo preferido de música e, com certeza, deve se dedicar a ele. Contudo, na hora de aprender bateria, é essencial ter um vocabulário que vá além daquilo que está confortável. Sendo assim, procure ouvir outros estilos, tais como forró, rock, samba, valsa, bolero, entre outros. Irá te ajudar muito!

Preste atenção enquanto bateristas que você admira tocam

Não perca a oportunidade de acompanhar shows das bandas que você gosta – será uma verdadeira aula de bateria! Fique atento a todos os detalhes do show, não somente quanto aos movimentos do baterista, mas também a toda a dinâmica da banda. Quando você estiver com a sua banda, isso também irá te ajudar muito!

Pratique em conjunto

Os estudos de solo são necessários, mas jamais negligencie as oportunidades de praticar com outros músicos. Isso irá aumentar sua percepção, dinâmica e ainda irá te dar uma sensibilidade especial ao tocar bateria – tudo isso sem contar toda a diversão de ter amigos fazendo um som juntos, não é mesmo?

Aprenda teoria musical

Tem muita gente que negligencia essa parte, mas saiba que aprender bateria tendo como base a teoria que envolve andamentos, fórmulas de compasso, duração das notas, entre outros, pode ser essencial para o seu desenvolvimento.

Toque junto com o CD

Segundo músicos experientes, ouvir músicas com boas levadas de bateria e tentar imitá-las pode ser uma verdadeira escola. Por isso, faça uma playlist, coloque seus fones e tente reproduzir seus singles favoritos! Na parte das viradas, você irá aprender bastante!

Tenha um bom professor

Apesar de ser possível aprender algumas coisas por conta própria, nada substitui alguns toques de um bom professor. Dessa forma, não tenha receio de fazer aula de bateria, pois com certeza ela irá agregar muito na sua jornada.

Quando esse é o assunto, conte com o Sala do Músico para encontrar um mestre e tanto! No portal, você poderá encontrar excelentes professores perto da sua casa e ainda selecionar opções de acordo com a sua agenda e o valor máximo que pode pagar.

Incrível, né? Melhor ainda é saber que tudo isso pode ser realizado no conforto de casa, com toda segurança e praticidade.

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Conheça os benefícios da musicoterapia

O ditado já diz que “quem canta seus males espanta”. No entanto, neste post do blog Sala do Músico, vamos provar que os benefícios da música não se resumem apenas ao canto, mas a todo o universo dos ritmos, melodias e harmonias.

Fala a verdade: quem nunca se sentiu melhor depois de ter ouvido uma música especial ou entao após ter tocado ou participado de uma apresentação ao vivo? De fato, o poder da música é muito especial, e por esse motivo existe um profissional que estuda e trabalha apenas para fazer com que mais pessoas possam experimentar tudo isso.

O musicoterapeuta, ou seja – o profissional que aplica técnicas de musicoterapia – utiliza a música e todos os seus elementos para a reabilitação física, mental e social de indivíduos ou grupos. Além disso, trabalha com instrumentos, cantorias e ruídos para tratar pessoas que possuem distúrbios da fala e da audição e até mesmo deficiência mental.

Vale destacar que a musicoterapia ainda pode proporcionar, com sucesso, na área de reabilitação motora, no restabelecimento das funções de acidentados ou de convalescentes de acidentes vasculares cerebrais.

Os benefícios não param por aí, não: além disso, a técnica auxilia estudantes com dificuldade de aprendizado e contribui para melhorar a qualidade de vida de pessas idosas e pacientes de doenças crônicas.

Os musicoterapeutas podem atuar em clínicas, hospitais, centros de geriatria ou gerontologia e também em instituições de reabilitação, trabalhando para a reintegração de menores infratores.

Se você não conhecia esse universo da musicoterapia, nada de achar que essa é uma área do conhecimento recém-descoberta. De fato, o uso da música como método terapêutico vem desde o início da história humana. Segundo historiadores, alguns dos primeiros registros a esse respeito podem ser encontrados na obra de filósofos gregos pré-socráticos.

O primeiro curso universitário de Musicoterapia foi criado em 1944 na Universidade Estadual de Michigan, nos Estados Unidos, mas hoje já existem diversos profissionais em todas as partes do mundo – inclusive no Brasil!

Entre as principais disciplinas para formação de um profissional de musicoterapia, estão: teoria musical, canto, percussão, prática em ao menos um instrumento harmônico (piano ou violão) e instrumentos melódicos (principalmente flauta doce).

Além disso, a parte teórica também faz parte de quem estuda essa área: são necessários conhecimentos de métodos de educação musical (como o Método Orff ou o Método Kodály), noções de expressão artística,  dança, expressão corporal, técnicas grupais, assim como psicologia, anatomia, filosofia, fisiologia humana e neurologia.

Ah, e por fim é importante lembrar que esse profissional tão especial tem um dia dedicado só pra ele: no Brasil, comemora-se o dia do musicoterapeuta em 15 de setembro, enquanto na Europa a celebração acontece no dia 15 de novembro.

Se você conhece alguém que poderia aproveitar todos os benefícios da musicoterapia, que tal mostrar este post para ele?

Além de mostrar curiosidades sobre essa profissão, ainda temos uma dica especial para encontrar excelentes profissionais de musicoterapia: o portal Sala do Músico conta com opções que podem ser filtradas de acordo com a proximidade da sua casa e até mesmo com valor por consulta.

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Como afinar o violão corretamente?

Nada pode soar tão irritante quando uma corda de violão desafinada, não é mesmo? Certamente, todo mundo concorda que tocar músicas com o instrumento dessa forma deixa qualquer performance a desejar!

Por esse motivo, aprender como afinar o violão é uma das tarefas mais básicas para todo o iniciante. E como nem sempre alguém estará por perto para ajudar, aprender a se virar sozinho se transforma em obrigação.

Para te ajudar nesse processo, separamos algumas das principais formas de fazer isso. Confira abaixo!

Como afinar o violão:

Reconhecendo as notas

A afinação padrão segue uma ordem pré-definida, onde a corda mais grave e grossa fica no topo (ao segurar o instrumento na posição certa de tocar). Portanto, siga essa ordem: E (Mi), A (Lá), D (Ré), G (Sol), B (Si), E (Mi).

Feito isso, dê uma conferida em cada cavilha de afinação. Para não se confundir, siga corda por corda para achar a cavilha correspondente. Girando elas que você encontrará o ajuste ideal para o violão.

Afinador digital

Sem dúvida um dos métodos mais utilizados por violonistas iniciantes. Esses programas ou aplicativos ouvem o som das cordas e respondem dizendo se elas devem ser afrouxadas ou apertadas.

Geralmente funciona de forma eficaz com algum estímulo visual, ou seja, com uma indicação apontando o quanto a corda está ou não afinada.

Dessa forma, mesmo com pouca experiência é possível fazer uma afinação bacana com os afinadores digitais. No entanto, quando estiver testando um, sempre dê preferência por programas de confiança!

E vale lembrar que outros instrumentos podem substituir esse aparelho. Você pode usar um piano ou um trompete, por exemplo.

Ajustando as cordas

Em seguida, comece a tocar corda por corda e veja o que o afinador digital indica. Caso estiver muito alta (sustenida), gire a cavilha deixando-a mais frouxa. Se estiver baixa (bemol), aperte um pouco mais. Lembre-se que a afinação mais alta se dá pela tensão na corda.

Normalmente, a corda B deverá ser afinada delicadamente em sustenido para que o instrumento fique com um som perfeito. Preste atenção nessa parte!

Então, depois que fizer isso e achar que está tudo ok, dedilhe ou toque algumas notas para fazer um teste. Uma sugestão é tocar algum acorde em posição primária (como o de G – Sol) para conferir a sonoridade.

Principais cuidados

Afine do bemol ao sustenido. Não faça o inverso. Essa é a melhor forma porque as chances do violão desafinar rapidamente diminuem!

Contudo, também faça questão de usar apenas cordas em bom estado. Às vezes uma afinação muito bem feita não irá se sustentar num material desgastado.

Se precisar troca-las, faça uma micro-afinação mais detalhada com as novas. Dependendo do tipo de madeira do violão, talvez elas precisem de um pouco mais de tempo para se adaptarem.

O que achou das nossas dicas de como afinar um violão?

Depois que dominar a técnica, você será mais capaz de identificar quando o instrumento está desafinado e poderá fazer alguns ajustes de próprio ouvido. Por isso, sempre preste atenção em cada som enquanto faz a afinação – com o tempo dá pra ficar craque!

Ah, vale destacar que no começo é sempre bom contar com alguém que vai te dar dicas e compartilhar boas experiências com você, não é mesmo? Por isso, confira as opções de aulas de violão aqui na Sala do Músico e deixe seu talento decolar!

 

Regiões do teclado: onde executamos harmonia e melodia?

Todo mundo concorda que uma música bem executada no teclado musical emociona qualquer um, não é mesmo? Porém, quando ouvimos um músico talentoso tocando, não imaginamos quanto tempo de estudo ele dedicou para obter todo aquele resultado.

Com certeza, parte desse estudo foi somente para conhecer as regiões do teclado, a fim de entender melhor o seu funcionamento e uso das mãos direita e esquerda. Neste artigo, vamos entender um pouco mais sobre esse assunto.

Regiões do teclado

Em primeiro lugar, indicamos que o iniciante tenha o seu próprio teclado musical com pelo menos 61 teclas, ou seja, cinco oitavas. Além disso, o instrumento necessariamente deve ser polifônico, visto que o modelo monofônico limita o número de teclas pressionadas ao mesmo tempo.

A primeira região do teclado que vamos conhecer é a grave, que fica no início do instrumento. Nela, geralmente devemos executar as notas de peso, ou seja, o maior número de harmônicos. Usamos a mão esquerda para isso.

Vale ressaltar que, se você costuma tocar em bandas, precisa ficar atento quanto ao uso excessivo dessa região. Em alguns grupos musicais, geralmente a regra que vale é que “menos é mais”. Isso significa que “soltar a mão” nos graves pode comprometer a dinâmica da música e até mesmo sobrecarregá-la, principalmente se a equipe já contar com um baixista.

A segunda região do teclado é a média, onde formamos os acordes. Responsável pela execução da harmonia, funciona como uma base/cama. Dessa forma, se você ler uma cifra, por exemplo, será capaz de identificar a harmonia básica da música, ou seja, as combinação das notas e sons que são tocados ao mesmo tempo.

No entanto, muitos iniciantes sofrem porque não conseguem embelezar a música, ficando presos somente nessa capacidade de formar os acordes. Nessa parte entra a terceira região do teclado musical, que é onde formamos a melodia e executamos improvisos. Fazemos isso com a mão direita.

Os solos que são executados nessa área do instrumento demandam conhecimentos de escalas. Sendo assim, se você não reservar um tempo para estudá-las, provavelmente terá dificuldade de crescer na prática da melodia do teclado.

Regiões do teclado - harmonia e melodia

Como exemplo, podemos citar o seguinte: se você toca o acorde de Ré (D) com a mão esquerda, poderá usar a mão direita para fazer uma melodia usando apenas as notas que formam a escala de Ré (D).

Existem músicos que não necessariamente decoram todas as escalas, mas o constante estudo acaba os deixando mais intuitivos. Dessa forma, apenas conhecendo a tonalidade da música já conseguem fazer solos.

Essa é apenas uma introdução ao estudo desse incrível instrumento. Existem muitos outros pontos importantes a serem discutidos sobre harmonia e melodia, e sem dúvida a internet funciona como uma excelente fonte de pesquisa a respeito desses assuntos.

No entanto, nada substitui um professor preparado para responder todas as dúvidas e adotar as melhores práticas de ensino, não é mesmo? Por isso, nossa dica é que você conheça a Sala do Músico e avance nos seus conhecimentos musicais! Temos mestres totalmente habilitados para ensinar teclado de uma maneira prática e segura.

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Saiba como escolher corretamente as cordas de violão

Se você é iniciante, não cometa o erro de achar que comprar cordas de violão é a tarefa mais fácil do mundo. Existem diversos modelos e marcas no mercado, e uma escolha errada pode comprometer a qualidade do seu som e até mesmo do seu aprendizado.

Por isso, nada de preguiça na hora de fazer pesquisas! Neste post, vamos resumir tudo que você precisa saber para tomar a melhor decisão e ter todo o aproveitamento possível em seus estudos e performances.

Escolhendo as cordas de violão

Sendo assim, o primeiro fator que deve ser colocado na balança se refere à afinação do instrumento. Existe a mais comum (E, A, D, G, b,e) e também outras mais diferentes, até mesmo em uma nota só.

Se a afinação escolhida for bastante grave, o calibre da corda deve ser grosso. Esse tipo de material proporciona um som mais cheio e encorpado. Proporcionalmente, o calibre fino soa de forma mais suave.

Nesse aspecto, também vale acrescentar que, geralmente, calibres mais grossos são mais difíceis de tocar – mas nada que não seja vencido com uma boa rotina de treinos.

Porém, caso preferir algo mais tranquilo, opte por modelos Extra Leve 10 – 46, que dão menor tensão, funcionando muito bem para iniciantes. Após esse tipo de corda, temos a Calibre Leve 11 – 52, que também pode ser considerada fácil de ser tocada, contudo produzindo um som mais forte.

Músicos profissionais costumam utilizar Calibre Leve 12 – 52 porque oferece maior estabilidade na afinação. Contudo, caso o seu violão for um de estudos – desses mais baratos – a tensão com a madeira pode causar estragos.

Já o Calibre Médio 13 – 56 proporciona uma experiência de tonalidades ricas e encorpadas, porém – como dissemos acima – alguns tocadores podem enfrentar dificuldades.

Quanto ao tipo de material das cordas para violão, existem opções de nylon e aço.

Na primeira opção, as três cordas mais finas (E,B e G) são de nylon e as outras (D,A e E) revestidas com bronze ou algum outro tipo material.  Já as cordas de violão de aço costumam ser fabricadas com fósforo e bronze. No caso do fósforo o som sai mais suave e no do bronze (80/20) mais cheio e brilhante.

Existem marcas que agora oferecem tipos de encordoamentos de aço revestidos de algum tipo de polímero, como o teflon. Esse revestimento serve para evitar corrosões nas cordas, e por isso é vendido a preços mais elevados. Mas caso preferir as cordas sem revestimento, não esqueça de cuidar delas passando um pano seco após tocar.

Depois de tudo isso, faça seu veredito também com base no tipo de sonoridade que você deseja. Também confira qual corda pode se adaptar melhor ao seu violão. Procure informações com a própria fabricante do instrumento sobre esse assunto, ok?

Quanto às marcas mais famosas, podemos destacar a Martin, Fender, Ernie Ball, Dunlop, D`addario, Savarez, e Sevilla, mas existem muitas outras de boa qualidade.

Por fim, não esqueça que nada adianta boas cordas se temos dificuldade na execução das notas e escalas. Por isso, um bom ensino é essencial. E nessa parte, a Sala do Músico garante o que há de melhor no aprendizado do violão!

Que tal agendar sua aula conosco agora mesmo?

Conheça as principais marcas de guitarra da atualidade

Existem muitas marcas de guitarra no mercado e a gente sabe que às vezes fica difícil decidir em qual delas investir. Por esse motivo, resolvemos preparar uma lista com as principais empresas fabricantes!

Se estiver em dúvida, acreditamos que conhecer um pouco mais sobre elas irá te ajudar. Caso já tenha decidido, esta lista pode ampliar seus conhecimentos a respeito do universo musical. Vamos lá?

Gibson

Uma das mais importantes e reconhecidas fabricantes do instrumento no mundo. Criada no Estado de Michigan, nos Estados Unidos, a história da empresa começou no ano de 1896 e até hoje prossegue com muito sucesso.  Está entre as marcas de guitarra mais desejadas entre colecionadores. Atualmente, existem modelos de guitarra Gibson que “afinam sozinhas” por meio de uma tecnologia robótica.

Ibanez

Você sabia que a guitarra Ibanez é produzida por uma empresa japonesa? Foi uma das primeiras companhias do país a conquistar uma posição de destaque nas vendas do instrumento diante de concorrentes norte-americanas e europeias. A guitarra Ibanez série V é bastante popular entre os iniciantes, sendo considerada por muitos músicos como a mais indicada para eles.

Fender

Principal concorrente da guitarra Gibson, a Fender já é um ícone entre os músicos. A companhia norte-americana, com sede no Estado do Arizona, foi uma das precursoras na produção do instrumento. Os modelos de guitarra Fender costumam ser caros, mas suas qualidades sem dúvida são inquestionáveis.

 Squire

Também figura como umas das marcas de guitarra mais famosas entre iniciantes. Segundo músicos especialistas, os instrumentos Squire se diferenciam por serem bastante duráveis, além de proporcionarem um bom som a preços bem mais baixos que outras fabricantes. Para quem está aprendendo, os modelos de guitarra SA100 e MA1 são os mais indicados.

Epiphone

A princípio, era a maior concorrente da fabricante da guitarra Gibson, porém foi comprada por ela após a Segunda Guerra Mundial. Existem modelos interessantes da Epiphone voltados para hard rock, e geralmente com alguns valores acessíveis. Artistas famosos como Zakk Wylde já utilizaram e recomendam.

Yamaha

Os teclados Yamaha estão entre os mais conhecidos no mundo inteiro, porém você sabia que a empresa japonesa também produz modelos de guitarra? Artistas reconhecidos já usaram algumas de suas criações, que se destacam por oferecer um som potente de sons médios com ótimo sustain, sem contar o excelente design.

Jackson

Essa fabricante norte-americana ficou conhecida por criar modelos voltados ao virtuosismo/velocidade, se tornando uma concorrente da guitarra Ibanez, que também adota características parecidas. No entanto, a Jackson tem menos expressividade no mercado – e isso não quer dizer que não possui modelos de qualidade. Alguns músicos especialistas acreditam que a marca oferece uma ótima relação custo X benefício.

Quais desses modelos de guitarra é o seu preferido? Na verdade, essa lista contém apenas alguns, pois atualmente existem muitos outros tipos disponíveis para guitarristas de todos os estilos.

Nós sempre falamos aqui no Sala do Músico que vale a pena investir em instrumentos de qualidade. Porém, se no momento você não tem tantas condições para comprar o melhor, não tem problema! Coloque seu foco nos estudos e procure fazer o melhor com o que tem hoje. Com certeza irá valer a pena!

Conheça os tipos diferentes de palheta de violão

Para muitos iniciantes, a palheta de violão pode parecer uma ferramenta de pouca importância. Contudo, esse pequeno material faz toda diferença na sonoridade do instrumento e, por esse motivo, precisa ser levado a sério!

Existem diversos fatores que devemos observar antes de escolher uma palheta. Neste post, vamos esclarecer os principais. Vamos lá?

Primeiramente, tenha certeza que o tamanho importa! Dependendo do estilo de música que você toca, é indicado uma certa medida. Músicos de jazz, por exemplo, dão preferência a palhetas pequenas, pois elas proporcionam a sonoridade essencial para o gênero.

Por outro lado, músicos de rock ou country preferem uma palheta para violão que não ofereça o risco de escorregar das mãos. Dessa forma, eles podem ficar mais livres para executar diferentes técnicas com seus instrumentos.

Em segundo lugar, fique atento aos tipos de materiais. Existem palhetas de celulóide, nylon, polietileno e até mesmo de casco de animal. Se optar pelas de material mais duro, irá obter uma sonoridade mais brilhante.

Caso você tenha o costume de dedilhar o violão, uma palheta fina pode facilitar muito. Isso acontece porque ela tem a capacidade de destacar o toque de notas individuais, deixando a sonoridade limpa e profunda.

Contudo, ela tem uma tendência de se desgastar com mais facilidade. Se o seu estilo de tocar envolve uma pegada mais agressiva, vale a pena optar por modelos médios e grossos. Use a seguinte regra: se o seu som é mais pesado, logo sua palheta também deve ser.

Para te ajudar a identificar essa questão de espessura/tamanho, saiba que as palhetas finas costumam ser de 00,44 milímetros ou menos; as médias costumam ser de 0,45 a 0,69 milímetros; em seguida, temos as pesadas, que variam entre 0,85 e 1,5, e as superpesadas, que são de 1,5 milímetros e até mesmo maiores que isso.

Enquanto estiver fazendo suas pesquisas, verá que hoje existem palhetas personalizadas de todos os tipos. Muitas bandas ou artistas aproveitam para encomendar as suas com o logo ou uma mensagem bacana, e algumas fabricantes resolvem inovar no formato: alguns são divertidos e outros prometem mais praticidade com a melhora na pegada.

Contudo, antes de tomar a sua decisão, faça muitos testes. Dependendo do tipo de palheta para violão que estiver utilizando, verá que a estabilidade ao tocar as cordas pode ficar diferente. Existem materiais que escorregam mais entre os dedos, como o nylon, e outros que são mais difíceis de controlar, como os mais grossos.

Palhetas produzidas com aço geralmente proporcionam um som mais nítido, porém elas têm o poder de desafinar o violão mais facilmente – principalmente se for acústico.

Por fim e não menos importante, as de madeira costumam resultar numa sonoridade mais abafada. Lojas de música contam com diversos modelos produzidos com o material, no entanto com densidades e estruturas diferentes.

O que você achou das nossas dicas? Se gostou, compartilhe este post com seus amigos violonistas e apresente o Sala do Músico para eles! Aqui está cheio de conteúdos interessantes para ajudá-los a desenvolverem seus talentos musicais!

Até a próxima!

Como se define o timbre da Guitarra?

Poucos instrumentos oferecem tanta versatilidade quanto a guitarra. Com ela, podemos explorar diversos efeitos e encontrar a sonoridade perfeita para os mais variados estilos musicais.

Contudo, muitos guitarristas ficam em dúvida quanto ao timbre do instrumento. Afinal de contas, como fazer essa definição?

Em primeiro lugar, preste atenção no tipo de madeira que compõe seu instrumento. Mesmo a guitarra sendo um instrumento que depende de caixas de som, a qualidade dos materiais de produção influenciam em seu timbre.

Depois, preste atenção no tipo de amplificador que você tem usado. Ele é o mais indicado para o seu gênero musical e a sua guitarra? Às vezes, vale a pena investir um pouco mais em bons amplificadores, pois eles são parte essencial na excelência do seu som.

Também não deixe de investigar os cabos que usa. Muitos guitarristas deixam de lado esse ponto, mas não faça isso! Lembre-se que, nesse processo,  todas as partes são mais que importantes.

Obviamente, o diâmetro e idade das cordas do instrumento também fazem toda diferença. Pesquise com outros guitarristas quais os modelos que eles estão usando e o que estão achando.

Na verdade, tocar guitarra e obter um timbre satisfatório obrigatoriamente depende de muitos testes. Isso mesmo! Não tenha medo e nem preguiça de gastar tempo experimentando equipamentos, cordas e ambientes!

Reserve um tempo para ouvir seus guitarristas preferidos e tente expor para si mesmo os motivos de você gostar do som deles. Isso pode te ajudar a identificar o que mais te agrada – o que com o tempo vai abrir um caminho para sua criatividade e originalidade enquanto músico.

Outra prática importante é a de prestar atenção em si mesmo. Grave a sua performance, perceba seu próprio timbre, consulte as suas referências e parta para os estudos!

Ainda nessa parte, experimente variar a maneira com que você palheta as cordas. Algumas mudanças soam simples, mas fazem bastante diferença em sua sonoridade. Exemplo: quanto mais perto da ponte você tocar guitarra, mais encorpado será o timbre; se tocar perto do braço do instrumento, mais brando será.

Não esqueça de ficar atento aos seus captadores. Cada tipo soa de maneira diferente, e negligenciar o uso de materiais de qualidade com certeza vai comprometer o seu desenvolvimento musical.

Se você usa pedais de efeito, se mantenha atualizado sobre novos modelos e tecnologias. Existem efeitos de distorção, drive, reverb e delay muito interessantes e criativos.

Por fim, saiba que nada adianta investir em ótimos materiais sem uma técnica adequada. Tocar guitarra com facilidade exige muita dedicação nos estudos, e só o tempo pode proporcionar isso.

Esteja sempre de olho nos seus artistas preferidos, pegue dicas com seus amigos mais experientes, treine todos os dias e jamais abra mão de um bom professor para te ajudar nesse processo!

E já sabe, né? Nesse quesito, a Sala do Músico é especialista! Temos professores altamente capacitados que vão te ajudar a desenvolver todo o seu potencial enquanto músico.

Por isso, não perca tempo! Venha aprender a tocar guitarra com a gente e arrase em todas as suas apresentações!

Crédito da imagem: apoioministerial.com