Conheça a história da flauta transversal

O primeiro passo para quem deseja fazer aula de flauta transversal é conhecer um pouco da história desse instrumento milenar. Para quem não sabe, ele foi um dos primeiros instrumentos musicais criados pela humanidade.

Seu surgimento pode ser identificado há pelo menos 60 mil anos, de acordo com pinturas nas cavernas. Dessa forma, é impossível descobrir quem foi o responsável pela sua invenção.

O que os historiadores sabem a respeito da flauta transversal, no entanto, é que ela era feita de ossos de animais e de humanos. As primeiras peças pareciam muito um apito,  pois só tinham um buraco. Somente depois de um certo tempo é que elas evoluíram para o que conhecemos hoje, nas figuras da flauta doce e da flauta transversal (ou seja, tocada de lado) feitas de madeira.

Além disso, pesquisadores ainda relatam que até o ano de 1.400, a flauta transversal era usada apenas para acompanhar cantores. No entanto, seu potencial sempre demonstrou muito mais: com o tempo, começou a ser apreciada também solo, ou seja, sem acompanhamento. A partir da metade do século 16, começou a fazer parte de orquestras.

No entanto, vale ressaltar que – com o passar dos anos – a flauta transversal passou por diversas modificações, ganhando orifícios, ou seja, pequenas buracos que indicam notas. Um dos grandes responsáveis por essas evolução é o músico alemão Theobald Boehm, que identificou os principais problemas de afinação.

Boehm era flautista, compositor e empresário, e invento o tipo de flauta transversal que se tornou a base para o modelo atual. Entre 1821 e 1831, Boehm viajou pela Europa muitas vezes realizando as suas próprias composições. As principais alterações realizadas por ele incluem a implantação de chaves para se ter mais notas, como também algumas alterações nas posições dos pequenos orifícios.

Se você optar fazer aula de flauta tranversal, provavelmente irá usar o instrumento feito de metal. Especialistas dizem que esse material é melhor que a madeira porque permite melhor afinação, facilidade de uso das chaves e também uma intensidade maior do som.

A flauta transversal é formada por três partes: a cabeça, onde  o instrumentista coloca a boca para soprar e fazer som; o corpo, que tem orifícios e chaves; e o pé, que conta com algumas chaves para produzir os sons mais graves.

A extensão normal (registro) da flauta é de três oitavas: do Dó3 (Dó central no piano) ao Dó6, mas flautistas com experiência podem chegar até o Ré6 (em alguns casos até mesmo ao Dó7). Algumas flautas modernas permitem também emitir o Si2.

Que tal começar a seus estudos de flauta transversal assim que possível, hein?

Se você ficou interessado nesse incrível instrumento, que tal se planejar para fazer aula de flauta transversal e arrasar nas suas perfomances musicais?

Para facilitar o seu aprendizado, a dica que temos é que você conheça o portal Sala do Músico. Lá, você pode encontrar um professor  de maneira fácil e rápida, selecionando opções perto da sua casa e até mesmo de acordo com o valor que o seu bolso permite.

Clarinete: conheça a origem e curiosidades desse instrumento musical

Se você é um fã de instrumentos de sopro, com certeza já deve ter se encantado com o som do clarinete. Muito presente em orquestras, sua tonalidade emociona e pode ser utilizada em bandas e até mesmo em solos.

Clarinete

Basicamente, o clarinete é formado por um tubo cilíndrico, na maioria das vezes de madeira, e possui uma boquilha cônica de palheta simples. Também conta com chaves, ou seja, com hastes metálicas, e alcança registros graves, médios e agudos.

Segundo historiadores, o instrumento clarinete foi inventado aproximadamente no ano de 1690 por um construtor de instrumentos de Nuremberg, na Alemanha, chamado Johan Denner. Ele estava tentando aperfeiçoar o chalumeau, bastante popular na França ao menos desde a Idade Média.

A mudança que Denner aplicou no chalumeau foi simples, mas fez toda a diferença: ele acrescentou uma chave para o polegar da mão esquerda, a fim de tocar numa abertura. Observando todas as possibilidades sonoras que foram criadas, deu o nome de clarinete ao instrumento, numa referência ao do trompete agudo, cujo nome italiano era clarino. Segundo ele, as notas agudas eram muito similares entre os dois instrumentos.

Contudo, apenas em 1750 o clarinete foi finalmente introduzida nas orquestras, se destacando com um dos últimos instrumentos de sopro incorporados à formação orquestral moderna. E, ate hoje, é usado nas maiores orquestras mundiais, inclusive do Brasil.

O instrumento clarinete conta, ao todo, com seis partes: boquilha, barrilete, campânula, corpo superior e corpo inferior. Veja quais são cada um deles:

Boquilha: a parte do clarinete onde se sopra.

Barrilete: peça utilizada para a afinação do instrumento. Dessa forma, quando o clarinete está “alto”, puxa-se o barrilete para cima, e quando está baixo, põe-se o barrilete para baixo.

Campânula: Basicamente, a campânula é o “amplificador” do clarinete.

Corpo superior e inferior: são onde estão os buracos e as chaves onde se toca. O som fica distinto na medida que se mudam os dedos de posição, fazendo com que o ar vaze por buracos diferentes.

Palheta: quando o instrumentista sopra o clarinete, o som é produzido a partir da passagem do ar, que faz vibrar a palheta. A maioria dos clarinetistas compram suas palhetas e realizam ajustes manuais com o objetivo de corrigir imperfeições e atingir sonoridades distintas. Via de regra, a palheta não pode estar demasiadamente frouxa e nem excessivamente apertada.

Agora que você já sabe um pouco a respeito do clarinete, precisa ouvir e testar sua sonoridade. Seu timbre é bastante diversificado: na região grave, se destaca por obscuro e aveludado; já no médio, se torna expressivo e brilhantes; por fim, no agudo fica ainda mais brilhante, ganhando uma natureza até mesmo humorística.

No Brasil, o instrumento clarinete costuma ser bastante utilizado na execução de choros, MPB, serestas e também em grupos de samba.

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Conheça o instrumento musical pandeiro

Instrumentos de percussão estão presentes nos mais diversos estilos musicais, e por esse motivo são muito requisitados por músicos em geral. No entanto, mais do que saber tocar alguns deles, vale ressaltar que também é interessante conhecer as curiosidades e tradições que os cercam.

Por esse motivo, o blog Sala do Músico apresenta neste artigo as principais informações sobre o pandeiro, um dos instrumentos de percussão mais antigos do mundo. Ficou curioso pra conhecer um pouco mais sobre sua origem? Veja só:

O que é um pandeiro?

De maneira simples, o instrumento pandeiro é composto de um aro de madeira sobre o qual é esticada algum tipo de material sintético ou pele. Ao redor do aro, são colocadas soalhas, ou seja, rodelas de metal.

O pandeiro geralmente tem o formato circular, mas também pode ter quadrangular e até mesmo quadrado. Para produzir som, o instrumento pode ser batido com a palma da mão e com os dedos ou então sacudido.

Quais são as partes de um pandeiro?

Ao todo, podemos dividir o pandeiro em seis partes. Confira quais são cada uma delas:

Aro – geralmente produzido em aço inoxidável escovado

Pele – a maioria dos modelos é fabricado com pele de cabra, no entanto existem variações em acrílico e fórmica.

Conjunto do esticador – são peças de aço e de latão, que podem ser niqueladas ou cromadas. São divididas em porca, anel, tirante, mesa, parafuso de fixação da mesa e arruela.

Acessórios – objetos como espátula de bambu do excesso de cera, chave para afinação, caixa com cera e travas, entre outros.

Platinelas ou Soalhas – são placas de metal (podem variar de tamanho), geralmente prensadas. Podem ser cromadas ou niqueladas, em latão ou então bronze fosforoso.

Abafador – Chapa plana fina de latão, colocada entre as platinelas.

Qual a origem do instrumento pandeiro?

As origens do pandeiro podem ser encontradas no período neolítico, onde já era bastante popular na Ásia, Europa e África. Grandes civilizações, como a do Egito, Grécia e Roma já utilizavam o instrumento. Por fim, quem não lembra de ter visto imagens de odaliscas tocando pandeiro nos contos das “Mil e uma noites”?

No Brasil, o instrumento pandeiro entrou por meio de Portugal, e foi bastante utilizado pelos negros em seus folguedos. Além disso, era também utilizado para acompanhar procissões religiosas.

Onde o instrumento pandeiro pode ser utilizado?

Um dos aspectos interessantes dos instrumentos de percussão é que eles podem ser usados em estilos musicais diversos. No caso do pandeiro, ele pode ser tocado sozinho ou então numa banda.

Existem pandeiristas no rock, na música cigana e folclórica, e ainda em orquestras e grupos de chorinho. Especificamente no Brasil, ganhou fama por ser um instrumento de percussão para acompanhar o samba e também na capoeira, para ser executado juntamente com o berimbau.

Existem muitos pandeiristas famosos, mas o mais conhecido deles foi o cantor e compositor Jackson do Pandeiro (1919-1982).

Fala a verdade: deu vontade de aprender mais sobre esse instrumento tão bacana, né? Sendo assim, acesse agora mesmo o Portal Sala do Músico e encontre um professor perto de você!

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Cravo: conheça o instrumento que precedeu o piano

O cravo, instrumento musical que precedeu o famoso piano, tem uma história centenária e algumas curiosidades bem interessantes. Se você gosta de conhecer um pouco mais sobre tradições do universo da música, acompanhe na íntegra este artigo do blog Sala do Músico!

Qual a origem do instrumento cravo?

Na realidade, os historiadores não possuem uma certeza a respeito da data exata de invenção do instrumento cravo. Até hoje, o máximo que sabem é que ele surgiu em algum momento da alta Idade Média ou na Idade Média tardia – as referências mais antigas são do ano de 1300, o que indica que provavelmente foi criado naquele século. Além disso, outro motivo que sustenta essa teoria é que, nessa época, existiam muitos avanços na fabricação de mecanismos e máquinas pré-modernas.

O instrumento cravo mais antigo ainda preservado data de 1521 e veio da Itália. Hoje, está exposto na Real Academia de Música em Londres.

Qual a diferença entre o instrumento cravo e o piano?

Quando um leigo vê o instrumento cravo, pode até mesmo confundi-lo com o piano. No entanto, o cravo não possui pedais, é menor e suas teclas são mais finas. No entanto, sua principal diferença está localizada na parte mecânica: as cordas não recebem um impacto, mas são “beliscadas” – assim como o movimento dos dedos ao tocar as cordas do violão. Por esse motivo, não é possível mudar a intensidade do som do instrumento.

Por outro lado, o piano conta com cordas que vibram quando acionadas pelas teclas, sendo dessa forma que o som é produzido. O sistema mecânico do instrumento faz com que as cordas recebam o impacto de uma peça, chamada martelo, a cada vez que o músico toca uma tecla.

Ao contrário do instrumento cravo, no piano é possível controlar a força com a qual a corda será tocada. Além disso, ele possui 88 teclas e mais ainda os pedais – que servem para suavizar, prolongar e até mesmo abafar a vibração das cordas.

No cravo, existe uma espécie de agulha chamada plectro – localizada na ponta de uma peça chamada saltador. O plectro belisca a corda e a faz vibrar, voltando para sua posição original logo em seguida.

Onde o instrumento cravo costuma ser utilizado?

Atualmente, o cravo pode ser encontrado como um instrumento contínuo na música na época e na música de câmara, especialmente em performances específicas do período Barroco.

O que você achou dessas curiosidades a respeito do instrumento cravo? Compartilhe este post com seus amigos que ainda não o conhecem!

E se o seu desejo é de fato aprender como tocar cravo, confira agora mesmo o portal Sala do Músico e encontre um professor perto de você! Lá, é possível encontrar mestres nos mais diversos – e curiosos – instrumentos musicais.

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Berimbau: conheça um dos instrumentos musicais que é símbolo da cultura brasileira

Nas rodas de capoeira, o berimbau é responsável por começar, comandar, e terminar as rodas de jogo, bem como definir sua velocidade e estilo.

Além disso, esse instrumento também costuma ser utilizado em diversos cultos afro, mais especificamente em algumas vertentes do candomblé.

Apesar de muita gente achar que o berimbau foi criado no Brasil, a maioria dos historiadores acredita que sua origem está na África, mais especificamente da cultura bantu.

Na região sul do continente, existem instrumentos bastante parecidos que são executados de maneira semelhante a ele.

Até mesmo na Índia existe um instrumento praticamente idêntico ao berimbau, mas chamado malunga.

Ele pode ser encontrada na comunidade siddhi, formada por descendentes de escravos africanos oriundos de países como Quênia, Tanzânia e Moçambique.

De modo geral, o berimbau é formado por uma cabaça, um arco feito geralmente de madeira (chamado biriba) que é envergado por um cabo de arame, além de uma baqueta com a qual se toca o arame.

Além disso, ainda existe um pequeno cesto contendo pequenas sementes ou algo similar dentro, a fim de contribuir no som percussivo. Por fim, o instrumentista segura uma pedra ou um pedaço de metal (conhecido como dobrão) que é levado de encontro ao arame.

E se você tem dúvidas a respeito das texturas de som do instrumento berimbau, saiba que basicamente existem três distinções:

A solta (sem pedra, com o instrumento longe do corpo), presa (com a pedra friccionando o arame, com a baqueta atuando acima da pedra, com o instrumento longe do corpo) e chiado (com a pedra tocando o arame de modo livre, com a baqueta logo acima da pedra, com o instrumento preso junto ao corpo).

Já os ritmos mais comuns podem ser divididos da seguinte maneira:

Angola (solto, preso, silêncio, dois breves chiados)

Benguela (solto, preso, preso, dois breves chiados)

São Bento Grande (preso, solto, solto, dois breves chiados)

São Bento Pequeno de Angola (preso, solto, silêncio, dois breves chiados)

Toque do mestre Bimba (São Bento Grande do mestre Bimba) (solto, solto, preso, dois breves chiados combinado a solto, dois breves chiados preso, dois breves chiados )

Cavalaria (solto, chiado, solto, dois breves chiados combinado a solto, preso, solto, dois breves chiados )

Iuna (solto, chiado, solto, chiado, solto, chiado, solto, chiado, solto, chiado, solto, solto, chiado, solto, chiado, solto, solto, solto, solto, solto, solto, solto, chiado, solto, solto, chiado, solto, chiado, )

Miudinho (preso, chiado, chiado, preso, chiado, chiado combinado a preso, chiado, chiado, preso, solto, preso)

Achou essas divisões complicadas demais? Encontre um professor de berimbau no portal Sala do Músico e comece a aprender a tocar!

Acessando o site, você encontra um profissional capacitado perto da sua casa, e ainda consegue conferir uma agenda de horários, filtrar por limite de valores e muitas outras facilidades exclusivas. Demais, né?

Por isso, compartilhe agora mesmo o Sala do Músico com seus amigos que desejam tocar o instrumento berimbau ou qualquer outro, como pandeiro, oboé, flauta e os clássicos teclado e violão.

Entenda a diferença entre guitarra semi-acústica e elétrica

A guitarra é um instrumento que proporciona uma grande gama de possibilidades.  Se você tem o desejo de aprender a tocá-la, antes de tudo precisa saber qual tipo se encaixa melhor no seu estilo musical.

Dessa forma, uma das primeiras questões a se esclarecer envolve sonoridade. Afinal de contas, é mais indicado uma guitarra elétrica ou uma guitarra semi-acústica? Qual a diferença entre elas?

Sem dúvida, a guitarra elétrica figura como a mais popular entre os músicos iniciantes. Amplamente utilizada em bandas de rock e pop, ela constantemente marca presença em igrejas e shows ao vivo.

Esse instrumento caracteriza-se por depender de um amplificador de som para ser devidamente tocado, o que em outras palavras significa que a guitarra elétrica não conta com uma caixa acústica, como o violão.

Sendo assim, um iniciante que deseja se dedicar ao estudo desse instrumento precisa estar ciente que os gastos nele também devem envolver equipamentos, como caixas de som, cabos e plugs.

Uma vantagem da guitarra elétrica é que ela oferece uma enorme diversidade de sonoridades por conta de pedais e pedaleiras de efeito. Dessa forma, o músico consegue reproduzir sons em eco, delay e também ganhar em potência, agudos e profundidade. E justamente por essa versatilidade ela é usada nos mais variados gêneros musicais.

Por outro lado, a guitarra semi-acústica é a intermediária entre a elétrica e o violão convencional  (também conhecido como guitarra acústica).

Visualmente falando, costuma ser maior em tamanho, apresentando tanto caixa acústica quanto uma entrada para captador. Sendo assim, pode ser tocada com ou sem caixas de som.

Porém, a guitarra semi-acústica conta com uma sonoridade mais específica, sendo principalmente usada por músicos de jazz, blues e bossa-nova. Ela é muito utilizada em concertos e plateias menores e proporciona um timbre mais intenso e natural.

Se você está em dúvida quanto à maneira que ela soa, ouça as músicas “The Way You Look Tonight”, de Joe Pass, e  “Johnny B. Goode”, de Chuck Berry.

No entanto, vale ressaltar que não é por conta disso que a guitarra semi-acústica não pode ser aproveitada no rock e pop. Ela pode e inclusive existem músicos desse estilo que adoram usá-la!

Quanto aos valores, existem músicos que argumentam que, geralmente, as manutenções na guitarra semi-acústica são mais caras que na guitarra elétrica. Eles também acreditam que – levando em conta o custo X benefício – é mais fácil achar uma elétrica de menor preço do que uma semi-acústica.

Sendo assim, se você está se decidindo sobre qual desses dois instrumentos investir primeiro, leve em consideração todas essas informações. Pense bem sobre o seu gênero musical, em qual lugar pretende tocar e, principalmente, qual soa mais bonito aos seus ouvidos.

Juntando uma boa escolha a um bom aprendizado, você já estará percorrendo um caminho de sucesso! E tenha certeza de uma coisa: aqui na Sala do Músico temos mestres supertalentosos que vão te ensinar as melhores técnicas de guitarra, seja ela elétrica, acústica, ou semi-acústica.

Que tal reservar um tempo para agendar a sua aula?

Conheça todas as partes de um violão

Você sabe responder quais são todas as partes do violão? Caso não saiba, nada de tentar justificar com o argumento que isso não é necessário porque, definitivamente, esse conhecimento influencia na sua musicalidade!

Estamos afirmando isso porque um músico que conhece o instrumento que toca tem uma capacidade maior de reconhecer defeitos e também de escolher os melhores modelos durante uma compra.

Sendo assim, nada de desculpa! Este post vai explicar cada parte do violão de forma detalhada. Confira:

Mão 

Também conhecida como cabeçote, headstocke ou cabeça, a mão é a parte de cima do instrumento. O formato pode variar dependendo do modelo. Alguns músicos acredtiam que quanto mais pesada essa parte for, mais qualidade sonora o violão terá.

mão do violão

Tarraxas

Servem para controlar a afinação de cada corda separadamente. Podem ser produzidas com plástico, mas a de metal são as mais resistentes e estáveis. Apesar de serem pequenas, elas cumprem um papel essencial na sonoridade: se não estiverem presas corretamente, podem causar desafinações.

tarracha do violão

Pestana / Capotraste

Geralmente fabricada com plástico, madrepérola ou osso essa parte do violão fica fixada entre o início do braço e a mão. Todas as cordas passam por ela por meio de um pequeno sulco entalhado. A pestana garante uma boa afinação e entonação, e deve sempre estar na altura ideal para facilitar o toque nas notas.

pestana do violão

Escala

Ligado à pestana, temos o braço, e é nessa parte que fica colada a escala do violão. Vale ressaltar que o tamanho dessa escala tem algo poder de impacto na sonoridade do instrumento. Lembre-se: quanto maior ela for, maior será a tensão das cordas. Como resultado, o som tende a ser mais alto e agudo.

escala do violão

Braço

Repare que a cor do braço costuma ser diferente da cor da escala. Isso acontece porque geralmente essas duas partes são feitas de maneiras diferentes. O braço pode ser feito de cedro ou mogno.

braço do violão

Trastes, casas e marcações

Ainda na escala, temos espaços que são chamados casas e que são divididos por trastes, ou seja, partes de metais. Cada casa equivale a um semitom e o número total delas pode variar de acordo com o modelo do violão.

Trastes, casas e marcações

Caixa acústica

Em poucas palavras, é o corpo do instrumento – um conjunto formado pelo tampo (frente), fundo (parte de trás) e pelas laterais. O material da caixa acústica pode ser de diversos produtos, mas o principal (e ideal) é a madeira sólida. Isso faz com que o som seja amplificado com qualidade e precisão.

Em geral, caixas mais largas produzem sons mais graves em comparação às mais finais.

caixa acústica do violão

Cavalete

Fica embaixo da caixa acústica e, além de prender as cordas, pode influenciar na mudança de tonalidade do violão. Fixada nessa parte está o rastilho, que também causa mudanças na afinação, no timbre e no volume do instrumento.

cavalete do violão

Cordas

Geralmente, os violões populares contam com seis cordas, nomeadas da mais aguda para a mais grave da seguinte maneira: E, B, G, D, A, E.

Corda do Violão

Ufa! Viu só que engrenagem incrível é o violão? Agora que você já sabe o funcionamento desse instrumento, reserve um tempo para estudar hoje mesmo. E já sabe, né? O Sala do Músico conta com os professores mais preparados para te ajudar nesse processo. Conheça nosso trabalho!

Principais marcas do teclado musical

Aqui na Sala do Músico, sempre indicamos que – se possível – todo músico tenha os seus próprios instrumentos musicais. Afinal de contas, treinar somente nas aulas ou em ocasiões esporádicas sem dúvida irá deixar o aprendizado bem mais lento.

Se você é iniciante no teclado musical, essa regra também se aplica a você! Por isso, preparamos este post para te ajudar a escolher uma boa marca de instrumento para começar os estudos.

Existem muitos modelos no mercado – alguns de ótima qualidade e a bons preços. A maioria das principais marcas do momento são japonesas e mandam superbem em tecnologia e funcionalidades. Quer conhecê-las? Veja:

Casio

Essa tradicional companhia produz não somente teclados, mas também câmeras digitais, relógios, calculadoras e muitos outros produtos eletrônicos. E apesar de não ser considerada uma especialista no ramo da música, faz parte das marcas de teclado musical mais vendidas do mundo.

Rolan

Também japonesa, a Roland foi fundada por um engenheiro chamado Ikutaro Kakehashi. Bastante renomada, oferece diversos modelos de instrumentos musicais.

Korg

Muito utilizada por músicos do gênero eletrônico, foi fundada em 1962 na cidade de Tókio. Hoje, conta com uma renomada gama de teclados tipo workstation, afinadores e pianos digitais.

Yamaha

Essa companhia tem um extenso leque de produtos, que vão desde motos até equipamentos de áudio. O teclado Yamaha figura como um dos mais vendidos do mundo, tanto para iniciantes quanto para profissionais. Existem modelos diversos e ideais para qualquer ambiente de uso e estilo.

Kurzweil

Desde a sua fundação, em 1982, a Kurzweil tem conquistado um bom espaço no mercado de instrumentos musicais. Além de produzir produtos na área da informática, conta com boas linhas direcionadas a músicos profissionais e amadores.

Depois de conhecer as principais marcas, preste atenção nestes detalhes:

Se você é iniciante, tome muito cuidado para não comprar um instrumento monofônico. Isso pode comprometer seriamente seus estudos porque teclados musicais desse tipo muitas vezes não suportam uma certa quantidade de notas pressionadas ao mesmo tempo. Sendo assim, escolha um polifônico.

Também prefira um teclado de pelo menos 5 oitavas (61 teclas) e com auto-falantes próprios, pois dessa forma você não vai precisar gastar com amplificadores. E para te ajudar nos estudos, verifique se o instrumento conta com um metrônomo embutido e os timbres mais básicos, como de piano, órgão e string.

Existem diversos modelos no mercado a preços relativamente baratos. Você consegue comprar um teclado Yamaha para iniciante, por exemplo, a menos de 800 reais. Mas fica a dica: dê preferência a lojas especializadas em música, pois além de geralmente contarem com mais modelos, os funcionários estarão preparados para responder todas as suas dúvidas.

Por fim, se dedique aos estudos e treine diariamente! Não adianta fazer a escolha certa na hora de comprar um teclado musical e deixar de lado um bom ensino. Sendo assim, que tal conhecer um professor da Sala do Músico? De uma coisa temos certeza: ele irá te ajudar a desenvolver o seu talento por meio de técnicas modernas e funcionais – tudo no seu ritmo e falando a sua língua!

Violão para iniciantes: o melhor modelo para começar a tocar

Na hora de escolher o melhor modelo de violão para iniciantes, fique atento para escolher aquele que melhor se adapta na sua necessidade. Infelizmente, muitos estudantes não pesquisam informações e por isso compram instrumentos que não irão funcionar em sua rotina de treinamentos.

Por esse motivo, preparamos este artigo para te ajudar a tomar a decisão ideal! Existem diferentes tipos de violão, e cada um tem sua característica especial. No entanto, antes de falarmos sobre eles, é importante esclarecer alguns pontos.

O primeiro é se você pretende investir em um instrumento acústico ou elétrico. A diferença entre esses dois é que enquanto o primeiro não pode ter o som amplificado, o violão elétrico conta com plugs para serem ligados em caixas de som.

Dessa forma, certifique-se da sua necessidade para o momento e pense qual das duas opções seria melhor.

Também não esqueça de colocar na ponta do lápis qual o valor que poderá ser investido. Ao fazer isso, será possível definir alguns parâmetros importantes da compra. Por isso, pense conosco: diante do que eu tenho hoje, será melhor comprar um violão novo ou usado? Posso comprar um modelo mais completo ou mais simples?

Então, finalmente, vamos aos modelos! Depois dessas informações será mais fácil tomar a decisão. Veja abaixo:

Violão Folk

Violão Folk

Por questões de sonoridade, este tipo de instrumento funciona muito bem para quem gosta de tocar ritmos como rock, blues, folk, sertanejo e sertanejo universitário. Isso acontece porque o seu timbre se destaca por ser mais consistente e cheio.

Por outro lado, o violão folk conta com cordas de aço, que são geralmente mais duras que as de nylon. Por esse motivo, iniciantes podem sentir muita dor nos dedos ao tocar, o que muitas vezes torna necessário o uso de uma palheta.

No entanto, com o treino você pode se acostumar facilmente a ele  e já estar preparado para tocar em sua igreja ou banda, já que esse modelo costuma ser elétrico.

Violão Erudito

Violão Erudito

Esse modelo essencialmente recebe cordas de nylon e, de modo geral, tem um som mais seco. No entanto, soa perfeito quando toca músicas eruditas. Vale lembrar que existem alguns que aparentam menores que o comum, o que sugere que os acordes sejam executados com mais aberturas.

Violão para samba, MPB e bossa-nova

Violão Samba

Funciona bem para esses ritmos porque geralmente tem um corpo grande, permitindo uma acústica interessante e sonoridade mais aberta. Neste tipo de violão, as cordas utilizadas são de nylon, e existem tanto opções acústicas quanto elétricas.

Violão para estudos

Esse é para quem está se dedicando ao aprendizado e precisa de um modelo específico para esse fim. Geralmente eles são bastante básicos e baratos, funcionando como uma alternativa eficaz para quem ainda não está familiarizado com o instrumento ou ainda não sabe qual rumo tomar em questões de estilo musical.

Essas dicas de violão para iniciantes te ajudaram?

Saiba que, no fim das contas, o mais importante é aprender a tocar com excelência, independentemente do modelo de instrumento. E nesse quesito, a Sala do Músico é especialista! Conheça agora mesmo o nosso programa de aulas!

Veja as diferenças entre a bateria eletrônica e a bateria acústica

A bateria é um daqueles instrumentos emocionantes que dá gosto de tocar. Os mais diversos estilos de música utilizam esse instrumento, e para quem quer aprender a tocar, oportunidades não faltam.

No entanto, uma das maiores dúvidas dos iniciantes é se vale mais a pena investir numa bateria eletrônica (ou bateria elétrica) ou numa bateria acústica. Você sabe quais são as principais diferenças entre esses dois instrumentos?

Bateria eletrônica e a bateria acústica

Em primeiro lugar, vamos falar do mais óbvio, que é o visual. Muita gente se decide logo pela bateria acústica porque, de fato, sua aparência chama mais a atenção, com os pratos metálicos e o estilo interessante dos tambores.  Contudo, as diferenças não param por aí.

De maneira simples, a bateria elétrica simula uma bateria acústica utilizando um conjunto de pads montados sobre um rack. Esses pads geralmente são discos com uma superfície de borracha ou de tecido que geram sinais elétricos quando percutidos. O som, então, é gerado a partir da transmissão do sinal por meio de cabos até um módulo.

Uma das vantagens de utilizar a bateria eletrônica é a questão do barulho, que muitas vezes pode incomodar as pessoas que moram com você e até mesmo os vizinhos. Além do ruído desse instrumento ser muito menor quando comparado a uma bateria convencional, ainda é possível usar um fone de ouvido para não incomodar ninguém.

Vale ainda lembrar que a bateria elétrica também costuma ser mais compacta, e são capazes de simular a sonoridade de diversos tipos de percussões, como de bateria vintage de jazz ou de rock.

Para quem valoriza facilidades para estudo, a bateria eletrônica pode ser muito interessante, pois a maioria dos modelos possuem metrônomo e músicas do tipo play-along para acompanhamento – algo que pode contribuir muito para o desenvolvimento de bateristas iniciantes.

Já a bateria acústica reproduz volumes mais altos, e por isso necessita de alguns equipamentos para reduzir ruídos muito altos em ambientes. Muitas vezes, são usadas alguns tipos de cabines para inibir o som.

Numa bateria acústica, as peles devem ser trocadas de seis em seis meses. Os pratos também necessitam de trocas de tempos em tempos. E, por fim, todos os acessórios que compõem uma bateria precisam de bons microfones, cabos e também de pedestais.

Contudo, muitos músicos profissionais acreditam que a bateria acústica consegue reproduzir um universo de sons maiores que a bateria elétrica, que costuma contar com sons mais “artificiais”.

Que tal começar a fazer aulas de bateria e se dedicar aos estudos?

Para começar, é muito simples: basta acessar o site Sala do Músico, escolher o instrumento que deseja aprender e em qual região da cidade você está. É possível achar professor de bateria em Embu das Artes, São Paulo e outros municípios.

A partir daí, o portal revela quais os mestres que estão mais perto da sua casa, o valor de cada aula, e ainda uma agenda atualizada para escolher o melhor dia para receber as aulas!

Depois dessa, não tem mais desculpa para aprender de uma vez por todas a tocar bateria, não é mesmo? Não esqueça: aulas particulares de instrumentos musicais é na Sala do Músico.