Regiões do teclado: onde executamos harmonia e melodia?

Todo mundo concorda que uma música bem executada no teclado musical emociona qualquer um, não é mesmo? Porém, quando ouvimos um músico talentoso tocando, não imaginamos quanto tempo de estudo ele dedicou para obter todo aquele resultado.

Com certeza, parte desse estudo foi somente para conhecer as regiões do teclado, a fim de entender melhor o seu funcionamento e uso das mãos direita e esquerda. Neste artigo, vamos entender um pouco mais sobre esse assunto.

Regiões do teclado

Em primeiro lugar, indicamos que o iniciante tenha o seu próprio teclado musical com pelo menos 61 teclas, ou seja, cinco oitavas. Além disso, o instrumento necessariamente deve ser polifônico, visto que o modelo monofônico limita o número de teclas pressionadas ao mesmo tempo.

A primeira região do teclado que vamos conhecer é a grave, que fica no início do instrumento. Nela, geralmente devemos executar as notas de peso, ou seja, o maior número de harmônicos. Usamos a mão esquerda para isso.

Vale ressaltar que, se você costuma tocar em bandas, precisa ficar atento quanto ao uso excessivo dessa região. Em alguns grupos musicais, geralmente a regra que vale é que “menos é mais”. Isso significa que “soltar a mão” nos graves pode comprometer a dinâmica da música e até mesmo sobrecarregá-la, principalmente se a equipe já contar com um baixista.

A segunda região do teclado é a média, onde formamos os acordes. Responsável pela execução da harmonia, funciona como uma base/cama. Dessa forma, se você ler uma cifra, por exemplo, será capaz de identificar a harmonia básica da música, ou seja, as combinação das notas e sons que são tocados ao mesmo tempo.

No entanto, muitos iniciantes sofrem porque não conseguem embelezar a música, ficando presos somente nessa capacidade de formar os acordes. Nessa parte entra a terceira região do teclado musical, que é onde formamos a melodia e executamos improvisos. Fazemos isso com a mão direita.

Os solos que são executados nessa área do instrumento demandam conhecimentos de escalas. Sendo assim, se você não reservar um tempo para estudá-las, provavelmente terá dificuldade de crescer na prática da melodia do teclado.

Regiões do teclado - harmonia e melodia

Como exemplo, podemos citar o seguinte: se você toca o acorde de Ré (D) com a mão esquerda, poderá usar a mão direita para fazer uma melodia usando apenas as notas que formam a escala de Ré (D).

Existem músicos que não necessariamente decoram todas as escalas, mas o constante estudo acaba os deixando mais intuitivos. Dessa forma, apenas conhecendo a tonalidade da música já conseguem fazer solos.

Essa é apenas uma introdução ao estudo desse incrível instrumento. Existem muitos outros pontos importantes a serem discutidos sobre harmonia e melodia, e sem dúvida a internet funciona como uma excelente fonte de pesquisa a respeito desses assuntos.

No entanto, nada substitui um professor preparado para responder todas as dúvidas e adotar as melhores práticas de ensino, não é mesmo? Por isso, nossa dica é que você conheça a Sala do Músico e avance nos seus conhecimentos musicais! Temos mestres totalmente habilitados para ensinar teclado de uma maneira prática e segura.

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Saiba como escolher corretamente as cordas de violão

Se você é iniciante, não cometa o erro de achar que comprar cordas de violão é a tarefa mais fácil do mundo. Existem diversos modelos e marcas no mercado, e uma escolha errada pode comprometer a qualidade do seu som e até mesmo do seu aprendizado.

Por isso, nada de preguiça na hora de fazer pesquisas! Neste post, vamos resumir tudo que você precisa saber para tomar a melhor decisão e ter todo o aproveitamento possível em seus estudos e performances.

Escolhendo as cordas de violão

Sendo assim, o primeiro fator que deve ser colocado na balança se refere à afinação do instrumento. Existe a mais comum (E, A, D, G, b,e) e também outras mais diferentes, até mesmo em uma nota só.

Se a afinação escolhida for bastante grave, o calibre da corda deve ser grosso. Esse tipo de material proporciona um som mais cheio e encorpado. Proporcionalmente, o calibre fino soa de forma mais suave.

Nesse aspecto, também vale acrescentar que, geralmente, calibres mais grossos são mais difíceis de tocar – mas nada que não seja vencido com uma boa rotina de treinos.

Porém, caso preferir algo mais tranquilo, opte por modelos Extra Leve 10 – 46, que dão menor tensão, funcionando muito bem para iniciantes. Após esse tipo de corda, temos a Calibre Leve 11 – 52, que também pode ser considerada fácil de ser tocada, contudo produzindo um som mais forte.

Músicos profissionais costumam utilizar Calibre Leve 12 – 52 porque oferece maior estabilidade na afinação. Contudo, caso o seu violão for um de estudos – desses mais baratos – a tensão com a madeira pode causar estragos.

Já o Calibre Médio 13 – 56 proporciona uma experiência de tonalidades ricas e encorpadas, porém – como dissemos acima – alguns tocadores podem enfrentar dificuldades.

Quanto ao tipo de material das cordas para violão, existem opções de nylon e aço.

Na primeira opção, as três cordas mais finas (E,B e G) são de nylon e as outras (D,A e E) revestidas com bronze ou algum outro tipo material.  Já as cordas de violão de aço costumam ser fabricadas com fósforo e bronze. No caso do fósforo o som sai mais suave e no do bronze (80/20) mais cheio e brilhante.

Existem marcas que agora oferecem tipos de encordoamentos de aço revestidos de algum tipo de polímero, como o teflon. Esse revestimento serve para evitar corrosões nas cordas, e por isso é vendido a preços mais elevados. Mas caso preferir as cordas sem revestimento, não esqueça de cuidar delas passando um pano seco após tocar.

Depois de tudo isso, faça seu veredito também com base no tipo de sonoridade que você deseja. Também confira qual corda pode se adaptar melhor ao seu violão. Procure informações com a própria fabricante do instrumento sobre esse assunto, ok?

Quanto às marcas mais famosas, podemos destacar a Martin, Fender, Ernie Ball, Dunlop, D`addario, Savarez, e Sevilla, mas existem muitas outras de boa qualidade.

Por fim, não esqueça que nada adianta boas cordas se temos dificuldade na execução das notas e escalas. Por isso, um bom ensino é essencial. E nessa parte, a Sala do Músico garante o que há de melhor no aprendizado do violão!

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Conheça as principais marcas de guitarra da atualidade

Existem muitas marcas de guitarra no mercado e a gente sabe que às vezes fica difícil decidir em qual delas investir. Por esse motivo, resolvemos preparar uma lista com as principais empresas fabricantes!

Se estiver em dúvida, acreditamos que conhecer um pouco mais sobre elas irá te ajudar. Caso já tenha decidido, esta lista pode ampliar seus conhecimentos a respeito do universo musical. Vamos lá?

Gibson

Uma das mais importantes e reconhecidas fabricantes do instrumento no mundo. Criada no Estado de Michigan, nos Estados Unidos, a história da empresa começou no ano de 1896 e até hoje prossegue com muito sucesso.  Está entre as marcas de guitarra mais desejadas entre colecionadores. Atualmente, existem modelos de guitarra Gibson que “afinam sozinhas” por meio de uma tecnologia robótica.

Ibanez

Você sabia que a guitarra Ibanez é produzida por uma empresa japonesa? Foi uma das primeiras companhias do país a conquistar uma posição de destaque nas vendas do instrumento diante de concorrentes norte-americanas e europeias. A guitarra Ibanez série V é bastante popular entre os iniciantes, sendo considerada por muitos músicos como a mais indicada para eles.

Fender

Principal concorrente da guitarra Gibson, a Fender já é um ícone entre os músicos. A companhia norte-americana, com sede no Estado do Arizona, foi uma das precursoras na produção do instrumento. Os modelos de guitarra Fender costumam ser caros, mas suas qualidades sem dúvida são inquestionáveis.

 Squire

Também figura como umas das marcas de guitarra mais famosas entre iniciantes. Segundo músicos especialistas, os instrumentos Squire se diferenciam por serem bastante duráveis, além de proporcionarem um bom som a preços bem mais baixos que outras fabricantes. Para quem está aprendendo, os modelos de guitarra SA100 e MA1 são os mais indicados.

Epiphone

A princípio, era a maior concorrente da fabricante da guitarra Gibson, porém foi comprada por ela após a Segunda Guerra Mundial. Existem modelos interessantes da Epiphone voltados para hard rock, e geralmente com alguns valores acessíveis. Artistas famosos como Zakk Wylde já utilizaram e recomendam.

Yamaha

Os teclados Yamaha estão entre os mais conhecidos no mundo inteiro, porém você sabia que a empresa japonesa também produz modelos de guitarra? Artistas reconhecidos já usaram algumas de suas criações, que se destacam por oferecer um som potente de sons médios com ótimo sustain, sem contar o excelente design.

Jackson

Essa fabricante norte-americana ficou conhecida por criar modelos voltados ao virtuosismo/velocidade, se tornando uma concorrente da guitarra Ibanez, que também adota características parecidas. No entanto, a Jackson tem menos expressividade no mercado – e isso não quer dizer que não possui modelos de qualidade. Alguns músicos especialistas acreditam que a marca oferece uma ótima relação custo X benefício.

Quais desses modelos de guitarra é o seu preferido? Na verdade, essa lista contém apenas alguns, pois atualmente existem muitos outros tipos disponíveis para guitarristas de todos os estilos.

Nós sempre falamos aqui no Sala do Músico que vale a pena investir em instrumentos de qualidade. Porém, se no momento você não tem tantas condições para comprar o melhor, não tem problema! Coloque seu foco nos estudos e procure fazer o melhor com o que tem hoje. Com certeza irá valer a pena!

Como começar a ler partituras para teclado

A princípio, partituras para teclado parecem supercomplicadas de entender. Porém, com um bom estudo e bastante treino, pode se tornar uma ferramenta eficaz nas mãos de um tecladista.

Afinal de contas, as partituras são consideradas a maneira mais completa de transmitir uma música pelo papel. Dá detalhes de notas, andamento e harmonia que permitem a execução perfeita de canções que o tocador nunca ouviu. Legal, né?

Por isso, mesmo se na sua banda esse método não seja utilizado, vale a pena conhecer um pouco sobre o assunto. Neste post, preparamos uma introdução para te ensinar alguns pontos-chave. Veja:

Pauta

pauta com clave de sol e de fá

Também conhecida como pentagrama, é a região onde são registradas as notas musicais. Basicamente, consiste em cinco linhas com quatro espaços.  No entanto, podemos criar linhas suplementares para alcançar outras oitavas (tanto mais agudas quanto mais graves).

Clave de Sol

partitura para teclado

Para começar a escrever as notas musicais nessa pauta, você precisa de um importante símbolo logo no começo dela, chamado clave. Em latim, o termo “clavis” significa chave – e dessa forma já conseguimos entender um pouco mais o seu propósito nas partituras para teclado.

Existem claves de diversas notas, porém vamos começar com a mais básica de todas, a de Sol.

Em poucas palavras, esse símbolo indica a posição da nota Sol em uma pauta. Atualmente, essa posição é sobre a quarta linha da pauta (contando de cima para baixo e sendo identificada marcada exatamente na linha, e não no espaço).

Ao identificar essa nota, podemos identificar todas as outras! Por isso, vale a pena ter bem decorada a ordem das notas (dó, ré, mi, fa, sol, la, si, dó…).

Se Sol está na quarta linha da pauta, no espaço seguinte temos Lá (A) e na próxima linha teremos Si (B).

Identificando a oitava no teclado

pauta com notas

Agora que você já está aprendendo como ler partituras, vamos te ensinar também a identificar a oitava correta na hora da execução da música.

Conforme explicamos acima, nós temos liberdade de criar linhas e espaços suplementares na pauta. Se seguirmos a Clave de Sol que foi exemplificada acima, veremos que a primeira nota Dó da escala irá ficar exatamente numa sexta linha (contando de cima para baixo).

Exatamente esse Dó fica na posição central do seu teclado. Sendo assim, o próximo Dó, que ficaria no espaço depois de Si (B) estaria exatamente uma oitava mais aguda.

O que achou da nossa introdução às partituras musicais? Uma maneira de você começar treinando a leitura é marcando notas num caderno pautado e depois tentar tocá-los fluidamente no seu teclado.

Porém, vale lembrar que tentar aprender tudo sozinho pode ser bastante complicado e até mesmo lento demais. Nossa sugestão é que você conheça um dos professores da Sala do Músico e acelere esse processo!

Além de termos profissionais altamente habilitados, contamos com uma metodologia de ensino que irá abranger tudo o que você mais precisa saber sobre teoria musical, partituras para teclado, harmonia, escalas e repertório.

Não perca tempo! Conheça agora mesmo um professor da Sala do Músico e prossiga nos estudos.

Entenda a diferença entre guitarra semi-acústica e elétrica

A guitarra é um instrumento que proporciona uma grande gama de possibilidades.  Se você tem o desejo de aprender a tocá-la, antes de tudo precisa saber qual tipo se encaixa melhor no seu estilo musical.

Dessa forma, uma das primeiras questões a se esclarecer envolve sonoridade. Afinal de contas, é mais indicado uma guitarra elétrica ou uma guitarra semi-acústica? Qual a diferença entre elas?

Sem dúvida, a guitarra elétrica figura como a mais popular entre os músicos iniciantes. Amplamente utilizada em bandas de rock e pop, ela constantemente marca presença em igrejas e shows ao vivo.

Esse instrumento caracteriza-se por depender de um amplificador de som para ser devidamente tocado, o que em outras palavras significa que a guitarra elétrica não conta com uma caixa acústica, como o violão.

Sendo assim, um iniciante que deseja se dedicar ao estudo desse instrumento precisa estar ciente que os gastos nele também devem envolver equipamentos, como caixas de som, cabos e plugs.

Uma vantagem da guitarra elétrica é que ela oferece uma enorme diversidade de sonoridades por conta de pedais e pedaleiras de efeito. Dessa forma, o músico consegue reproduzir sons em eco, delay e também ganhar em potência, agudos e profundidade. E justamente por essa versatilidade ela é usada nos mais variados gêneros musicais.

Por outro lado, a guitarra semi-acústica é a intermediária entre a elétrica e o violão convencional  (também conhecido como guitarra acústica).

Visualmente falando, costuma ser maior em tamanho, apresentando tanto caixa acústica quanto uma entrada para captador. Sendo assim, pode ser tocada com ou sem caixas de som.

Porém, a guitarra semi-acústica conta com uma sonoridade mais específica, sendo principalmente usada por músicos de jazz, blues e bossa-nova. Ela é muito utilizada em concertos e plateias menores e proporciona um timbre mais intenso e natural.

Se você está em dúvida quanto à maneira que ela soa, ouça as músicas “The Way You Look Tonight”, de Joe Pass, e  “Johnny B. Goode”, de Chuck Berry.

No entanto, vale ressaltar que não é por conta disso que a guitarra semi-acústica não pode ser aproveitada no rock e pop. Ela pode e inclusive existem músicos desse estilo que adoram usá-la!

Quanto aos valores, existem músicos que argumentam que, geralmente, as manutenções na guitarra semi-acústica são mais caras que na guitarra elétrica. Eles também acreditam que – levando em conta o custo X benefício – é mais fácil achar uma elétrica de menor preço do que uma semi-acústica.

Sendo assim, se você está se decidindo sobre qual desses dois instrumentos investir primeiro, leve em consideração todas essas informações. Pense bem sobre o seu gênero musical, em qual lugar pretende tocar e, principalmente, qual soa mais bonito aos seus ouvidos.

Juntando uma boa escolha a um bom aprendizado, você já estará percorrendo um caminho de sucesso! E tenha certeza de uma coisa: aqui na Sala do Músico temos mestres supertalentosos que vão te ensinar as melhores técnicas de guitarra, seja ela elétrica, acústica, ou semi-acústica.

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Conheça todas as partes de um violão

Você sabe responder quais são todas as partes do violão? Caso não saiba, nada de tentar justificar com o argumento que isso não é necessário porque, definitivamente, esse conhecimento influencia na sua musicalidade!

Estamos afirmando isso porque um músico que conhece o instrumento que toca tem uma capacidade maior de reconhecer defeitos e também de escolher os melhores modelos durante uma compra.

Sendo assim, nada de desculpa! Este post vai explicar cada parte do violão de forma detalhada. Confira:

Mão 

Também conhecida como cabeçote, headstocke ou cabeça, a mão é a parte de cima do instrumento. O formato pode variar dependendo do modelo. Alguns músicos acredtiam que quanto mais pesada essa parte for, mais qualidade sonora o violão terá.

mão do violão

Tarraxas

Servem para controlar a afinação de cada corda separadamente. Podem ser produzidas com plástico, mas a de metal são as mais resistentes e estáveis. Apesar de serem pequenas, elas cumprem um papel essencial na sonoridade: se não estiverem presas corretamente, podem causar desafinações.

tarracha do violão

Pestana / Capotraste

Geralmente fabricada com plástico, madrepérola ou osso essa parte do violão fica fixada entre o início do braço e a mão. Todas as cordas passam por ela por meio de um pequeno sulco entalhado. A pestana garante uma boa afinação e entonação, e deve sempre estar na altura ideal para facilitar o toque nas notas.

pestana do violão

Escala

Ligado à pestana, temos o braço, e é nessa parte que fica colada a escala do violão. Vale ressaltar que o tamanho dessa escala tem algo poder de impacto na sonoridade do instrumento. Lembre-se: quanto maior ela for, maior será a tensão das cordas. Como resultado, o som tende a ser mais alto e agudo.

escala do violão

Braço

Repare que a cor do braço costuma ser diferente da cor da escala. Isso acontece porque geralmente essas duas partes são feitas de maneiras diferentes. O braço pode ser feito de cedro ou mogno.

braço do violão

Trastes, casas e marcações

Ainda na escala, temos espaços que são chamados casas e que são divididos por trastes, ou seja, partes de metais. Cada casa equivale a um semitom e o número total delas pode variar de acordo com o modelo do violão.

Trastes, casas e marcações

Caixa acústica

Em poucas palavras, é o corpo do instrumento – um conjunto formado pelo tampo (frente), fundo (parte de trás) e pelas laterais. O material da caixa acústica pode ser de diversos produtos, mas o principal (e ideal) é a madeira sólida. Isso faz com que o som seja amplificado com qualidade e precisão.

Em geral, caixas mais largas produzem sons mais graves em comparação às mais finais.

caixa acústica do violão

Cavalete

Fica embaixo da caixa acústica e, além de prender as cordas, pode influenciar na mudança de tonalidade do violão. Fixada nessa parte está o rastilho, que também causa mudanças na afinação, no timbre e no volume do instrumento.

cavalete do violão

Cordas

Geralmente, os violões populares contam com seis cordas, nomeadas da mais aguda para a mais grave da seguinte maneira: E, B, G, D, A, E.

Corda do Violão

Ufa! Viu só que engrenagem incrível é o violão? Agora que você já sabe o funcionamento desse instrumento, reserve um tempo para estudar hoje mesmo. E já sabe, né? O Sala do Músico conta com os professores mais preparados para te ajudar nesse processo. Conheça nosso trabalho!

Principais marcas do teclado musical

Aqui na Sala do Músico, sempre indicamos que – se possível – todo músico tenha os seus próprios instrumentos musicais. Afinal de contas, treinar somente nas aulas ou em ocasiões esporádicas sem dúvida irá deixar o aprendizado bem mais lento.

Se você é iniciante no teclado musical, essa regra também se aplica a você! Por isso, preparamos este post para te ajudar a escolher uma boa marca de instrumento para começar os estudos.

Existem muitos modelos no mercado – alguns de ótima qualidade e a bons preços. A maioria das principais marcas do momento são japonesas e mandam superbem em tecnologia e funcionalidades. Quer conhecê-las? Veja:

Casio

Essa tradicional companhia produz não somente teclados, mas também câmeras digitais, relógios, calculadoras e muitos outros produtos eletrônicos. E apesar de não ser considerada uma especialista no ramo da música, faz parte das marcas de teclado musical mais vendidas do mundo.

Rolan

Também japonesa, a Roland foi fundada por um engenheiro chamado Ikutaro Kakehashi. Bastante renomada, oferece diversos modelos de instrumentos musicais.

Korg

Muito utilizada por músicos do gênero eletrônico, foi fundada em 1962 na cidade de Tókio. Hoje, conta com uma renomada gama de teclados tipo workstation, afinadores e pianos digitais.

Yamaha

Essa companhia tem um extenso leque de produtos, que vão desde motos até equipamentos de áudio. O teclado Yamaha figura como um dos mais vendidos do mundo, tanto para iniciantes quanto para profissionais. Existem modelos diversos e ideais para qualquer ambiente de uso e estilo.

Kurzweil

Desde a sua fundação, em 1982, a Kurzweil tem conquistado um bom espaço no mercado de instrumentos musicais. Além de produzir produtos na área da informática, conta com boas linhas direcionadas a músicos profissionais e amadores.

Depois de conhecer as principais marcas, preste atenção nestes detalhes:

Se você é iniciante, tome muito cuidado para não comprar um instrumento monofônico. Isso pode comprometer seriamente seus estudos porque teclados musicais desse tipo muitas vezes não suportam uma certa quantidade de notas pressionadas ao mesmo tempo. Sendo assim, escolha um polifônico.

Também prefira um teclado de pelo menos 5 oitavas (61 teclas) e com auto-falantes próprios, pois dessa forma você não vai precisar gastar com amplificadores. E para te ajudar nos estudos, verifique se o instrumento conta com um metrônomo embutido e os timbres mais básicos, como de piano, órgão e string.

Existem diversos modelos no mercado a preços relativamente baratos. Você consegue comprar um teclado Yamaha para iniciante, por exemplo, a menos de 800 reais. Mas fica a dica: dê preferência a lojas especializadas em música, pois além de geralmente contarem com mais modelos, os funcionários estarão preparados para responder todas as suas dúvidas.

Por fim, se dedique aos estudos e treine diariamente! Não adianta fazer a escolha certa na hora de comprar um teclado musical e deixar de lado um bom ensino. Sendo assim, que tal conhecer um professor da Sala do Músico? De uma coisa temos certeza: ele irá te ajudar a desenvolver o seu talento por meio de técnicas modernas e funcionais – tudo no seu ritmo e falando a sua língua!

Conheça os tipos diferentes de palheta de violão

Para muitos iniciantes, a palheta de violão pode parecer uma ferramenta de pouca importância. Contudo, esse pequeno material faz toda diferença na sonoridade do instrumento e, por esse motivo, precisa ser levado a sério!

Existem diversos fatores que devemos observar antes de escolher uma palheta. Neste post, vamos esclarecer os principais. Vamos lá?

Primeiramente, tenha certeza que o tamanho importa! Dependendo do estilo de música que você toca, é indicado uma certa medida. Músicos de jazz, por exemplo, dão preferência a palhetas pequenas, pois elas proporcionam a sonoridade essencial para o gênero.

Por outro lado, músicos de rock ou country preferem uma palheta para violão que não ofereça o risco de escorregar das mãos. Dessa forma, eles podem ficar mais livres para executar diferentes técnicas com seus instrumentos.

Em segundo lugar, fique atento aos tipos de materiais. Existem palhetas de celulóide, nylon, polietileno e até mesmo de casco de animal. Se optar pelas de material mais duro, irá obter uma sonoridade mais brilhante.

Caso você tenha o costume de dedilhar o violão, uma palheta fina pode facilitar muito. Isso acontece porque ela tem a capacidade de destacar o toque de notas individuais, deixando a sonoridade limpa e profunda.

Contudo, ela tem uma tendência de se desgastar com mais facilidade. Se o seu estilo de tocar envolve uma pegada mais agressiva, vale a pena optar por modelos médios e grossos. Use a seguinte regra: se o seu som é mais pesado, logo sua palheta também deve ser.

Para te ajudar a identificar essa questão de espessura/tamanho, saiba que as palhetas finas costumam ser de 00,44 milímetros ou menos; as médias costumam ser de 0,45 a 0,69 milímetros; em seguida, temos as pesadas, que variam entre 0,85 e 1,5, e as superpesadas, que são de 1,5 milímetros e até mesmo maiores que isso.

Enquanto estiver fazendo suas pesquisas, verá que hoje existem palhetas personalizadas de todos os tipos. Muitas bandas ou artistas aproveitam para encomendar as suas com o logo ou uma mensagem bacana, e algumas fabricantes resolvem inovar no formato: alguns são divertidos e outros prometem mais praticidade com a melhora na pegada.

Contudo, antes de tomar a sua decisão, faça muitos testes. Dependendo do tipo de palheta para violão que estiver utilizando, verá que a estabilidade ao tocar as cordas pode ficar diferente. Existem materiais que escorregam mais entre os dedos, como o nylon, e outros que são mais difíceis de controlar, como os mais grossos.

Palhetas produzidas com aço geralmente proporcionam um som mais nítido, porém elas têm o poder de desafinar o violão mais facilmente – principalmente se for acústico.

Por fim e não menos importante, as de madeira costumam resultar numa sonoridade mais abafada. Lojas de música contam com diversos modelos produzidos com o material, no entanto com densidades e estruturas diferentes.

O que você achou das nossas dicas? Se gostou, compartilhe este post com seus amigos violonistas e apresente o Sala do Músico para eles! Aqui está cheio de conteúdos interessantes para ajudá-los a desenvolverem seus talentos musicais!

Até a próxima!

Como se define o timbre da Guitarra?

Poucos instrumentos oferecem tanta versatilidade quanto a guitarra. Com ela, podemos explorar diversos efeitos e encontrar a sonoridade perfeita para os mais variados estilos musicais.

Contudo, muitos guitarristas ficam em dúvida quanto ao timbre do instrumento. Afinal de contas, como fazer essa definição?

Em primeiro lugar, preste atenção no tipo de madeira que compõe seu instrumento. Mesmo a guitarra sendo um instrumento que depende de caixas de som, a qualidade dos materiais de produção influenciam em seu timbre.

Depois, preste atenção no tipo de amplificador que você tem usado. Ele é o mais indicado para o seu gênero musical e a sua guitarra? Às vezes, vale a pena investir um pouco mais em bons amplificadores, pois eles são parte essencial na excelência do seu som.

Também não deixe de investigar os cabos que usa. Muitos guitarristas deixam de lado esse ponto, mas não faça isso! Lembre-se que, nesse processo,  todas as partes são mais que importantes.

Obviamente, o diâmetro e idade das cordas do instrumento também fazem toda diferença. Pesquise com outros guitarristas quais os modelos que eles estão usando e o que estão achando.

Na verdade, tocar guitarra e obter um timbre satisfatório obrigatoriamente depende de muitos testes. Isso mesmo! Não tenha medo e nem preguiça de gastar tempo experimentando equipamentos, cordas e ambientes!

Reserve um tempo para ouvir seus guitarristas preferidos e tente expor para si mesmo os motivos de você gostar do som deles. Isso pode te ajudar a identificar o que mais te agrada – o que com o tempo vai abrir um caminho para sua criatividade e originalidade enquanto músico.

Outra prática importante é a de prestar atenção em si mesmo. Grave a sua performance, perceba seu próprio timbre, consulte as suas referências e parta para os estudos!

Ainda nessa parte, experimente variar a maneira com que você palheta as cordas. Algumas mudanças soam simples, mas fazem bastante diferença em sua sonoridade. Exemplo: quanto mais perto da ponte você tocar guitarra, mais encorpado será o timbre; se tocar perto do braço do instrumento, mais brando será.

Não esqueça de ficar atento aos seus captadores. Cada tipo soa de maneira diferente, e negligenciar o uso de materiais de qualidade com certeza vai comprometer o seu desenvolvimento musical.

Se você usa pedais de efeito, se mantenha atualizado sobre novos modelos e tecnologias. Existem efeitos de distorção, drive, reverb e delay muito interessantes e criativos.

Por fim, saiba que nada adianta investir em ótimos materiais sem uma técnica adequada. Tocar guitarra com facilidade exige muita dedicação nos estudos, e só o tempo pode proporcionar isso.

Esteja sempre de olho nos seus artistas preferidos, pegue dicas com seus amigos mais experientes, treine todos os dias e jamais abra mão de um bom professor para te ajudar nesse processo!

E já sabe, né? Nesse quesito, a Sala do Músico é especialista! Temos professores altamente capacitados que vão te ajudar a desenvolver todo o seu potencial enquanto músico.

Por isso, não perca tempo! Venha aprender a tocar guitarra com a gente e arrase em todas as suas apresentações!

Crédito da imagem: apoioministerial.com

Principais escalas para guitarra

As escalas musicais são mais do que importantes para um guitarrista. Na verdade, são essenciais para desenvolver melhor destreza e força nos dedos, treinar o ouvido e também colaborar na capacidade de improvisação e composição.

Neste post, separamos informações importantes sobre o assunto e as principais escalas para guitarra. Confira:

Escalas Maiores

Seguem o padrão tom, tom, semitom, tom, tom, tom, semitom.

Para entender melhor, vamos supor que temos a seguinte sequência de notas: dó, ré, mi, fa, sol, la, si, dó. Juntas, elas formam a escala maior de dó, visto que seguimos o padrão que citamos acima.

Sendo assim, podemos repetir esse padrão novamente, mas começando por qualquer outra nota da escala, como sol. Fazendo a contagem tom, tom, semitom, tom, tom, tom, semitom, teríamos o seguinte resultado: sol, lá, si, dó, ré, mi, fa#, sol.

Se você seguir esse modelo de escala maior nas outras notas básicas, terá um resultado assim:

escala maior da guittara

Veja abaixo uma demonstração de escala maior na guitarra:

escala maior

Ao todo, são sete notas diferentes mais uma oitava que se duplica numa oitava maior. O ponto vermelho representa dó, que é a nota de partida e portanto formando a escala de dó. Se você mover esse padrão uma casa para direita, tera a escala de dó sustenido maior, e daí em diante.

Agora, veja um exemplo de pentatônica maior:

pentatônica maior

A escala para guitarra pentatônica maior conta com cinco notas e é formado pelos intervalos: tônica, segunda maior, terça maior, quinta justa, sexta maior.

Na imagem, você vê uma das escalas pentatônicas mais comuns, que podem ser construídas de muitas maneiras.

Escalas menores

Seguem o padrão tom, tom, semitom, tom, tom, semitom, tom, tom.

Se você seguir esse método começando pela nota dó, terá o seguinte resultado: dó, ré, ré#, fá, sol, sol#, lá#, dó. Essa é a escala de dó menor.

Nesse caso, vale ressaltar que as notas ré#, sol# e la# geralmente são escritas mib, láb e sib. Elas são equivalentes,  mas escrevemos diferente porque geralmente esse é o padrão seguido quando vamos transcrever a escala de dó menor, que dessa forma ficaria assim:  dó, ré, mib, fá, sol, láb, sib, dó.

Agora, veja um modelo de escala menor para guitarra:

escala menor

No universo da teoria musical, uma escala menor é uma diatônica cujo terceiro grau de escala é um intervalo de uma terça menor acima da tônica.

Agora, veja um exemplo de pentatônica menor:

pentatônica menor

Assim como o nome indica, conta com cinco notas, e é oriunda da escala diatônica menor natural, mas sem os intervalos de sexta menor e segunda maior.

Dessa forma, essa escala é formada pelos intervalos de: tônica, terça menor, quarta justa, quinta justa e sétima menor.

Essas são as escalas para guitarra mais comuns, e se você é iniciante, treine-as com frequência. Se estiver precisando aumentar a agilidade, tente fazer a execução usando um metrônomo.

Como as dificuldades fazem parte do caminho, saiba que ter um bom professor pode te ajudar muito na caminhada! Dessa forma, a Sala do Músico é o lugar ideal para encontrar alguém habilitado para te ensinar!

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